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domingo, 19 de novembro de 2017

Crítica: Um Crime no Expresso do Oriente (Murder on the Orient Express) . 2017


Ao longo dos tempos, vários têm sido os exemplos de que um bom elenco não é sinónimo de bom filme. Recheado de glamour visual, mas pobre em envolvência e mistério, Um Crime no Expresso do Oriente é baseado num dos mais conhecidos crime novels da intemporal Agatha Christie, cujo resultado desta nova versão é tudo menos aquilo que ela nos habituou. Falta-lhe exactamente o ambiente de suspeita constante característico das suas obras.

O famoso detective belga Hercule Poirot (Kenneth Branagh), por ocasião de mais uma investigação em Istambul, recebe um telegrama para regressar a Londres, marcando de imediato viagem através do seu amigo M. Bou (Tom Bateman) director da linha férrea embarcando com ele no luxuoso comboio Orient Express. Já em viagem, Poirot é abordado pelo mafioso Mr. Rachett (Johnny Depp), que acredita estar a correr perigo de vida, recorrendo aos serviços de Poirot para investigar o caso, pedido que este rejeita. Durante o segundo dia de viagem, o comboio é forçado a parar depois de uma forte derrocada de neve, e aí se descobre que Rachett tinha sido assassinado no decorrer dessa noite. Quando Poirot decide começar a investigar esta estranha morte, começa a perceber que todos os passageiros do comboio têm algum tipo de ligação entre si, assim como misteriosamente têm algum tipo de conexão com o mafioso. Várias teorias surgem, e o perspicaz detective tem pouco tempo para desvendar o caso, tornando-se cada vez mais perigoso permanecer num ambiente de desconfiança. Teria o criminoso entrado e saído do comboio sem ninguém dar por isso? Ou o assassino estaria entre si?