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sexta-feira, 23 de março de 2018

my (re)view: Annihilation . 2018


O fenómeno Annihilation começou muito antes de sequer ter chegado a todo o público. Sendo um dos mais esperados desde ano, contendo imenso hype em torno da sua chegada, foi uma surpresa para todos saber que o novo sfi-ci de Alex Garland (Ex Machina) saltava a estreia no cinema directamente para as mãos da Netflix. Intitulado de demasiadamente intelectual e complexo para os gostos da maior parte das audiências, é sabido que a Paramount entrou em pânico assim que percebeu o que tinha em mãos. É pena, pois constata-se que Annihilation certamente se transformará em filme de culto, que se sente mais do que propriamente se revela concreto, dando origem a inúmeras teorias possíveis em torno do que estamos a observar. Uma experiência envolvente que nos absorve para dentro dela e nos incomoda pela facilidade com que nos agarra para dentro do desconhecido. A história é centrada numa bióloga (Natalie Portman) que está prestes a enfrentar o luto do marido (Oscar Isaac), quando misteriosamente sem aviso este reaparece. Depois dessas estranhas circunstancias, ela torna-se voluntária numa missão para explorar uma área secreta, que se encontra afectada por algum tipo de acontecimento inexplicável. A sensação de perigo está sempre à espreita e as boas performances do elenco contribuem bem para esse efeito. Talvez o seu único problema esteja ligado à quantidade de flashbacks que Garland lhe colocou, e de como estes interagem com a narrativa principal, mas que acabam por ser erro menor no meio de toda esta viagem. Não é de todo um filme fácil, mas esses são os filmes mais desafiadores. Os que nos deixam a pensar sobre eles e nos fazem trocar ideias.

Classificação final: 4,5 estrelas em 5.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Crítica: Ex Machina 2015


Ex Machina é um Sci-Fi que explora o tema da Inteligência Artificial, fazendo uma abordagem filosófica e por vezes complexa acerca do que esta afinal na mente dos humanos. Brilhantemente escrito e realizado por Alex Garland, este filme destaca-se de tudo o que tem sido feito ultimamente dentro do tema "humanos vs robots" devido a uma enorme subtileza, inteligência e mistério à medida que nos são dados a conhecer todos os factos da história.

Caleb (Domhnall Gleeson) é um jovem programador que ganha um concurso interno na empresa onde trabalha, a Blue Book (uma espécie de Google). O prémio é passar uma semana em casa do Director Executivo da empresa, Nathan (Oscar Isaac) um génio da tecnologia. Nathan quer que Caleb passe toda a semana desempenhando o Teste de Turing (que testa a capacidade que uma máquina tem em exibir um comportamento inteligente equivalente a um ser humano) numa robot que dá pelo nome de Ava (Alicia Vikander). Rapidamente Caleb começa a nutrir sentimentos pela robot, algo que se poderá vir a tornar perigoso.

domingo, 2 de novembro de 2014

Poster & Trailer: Ex Machina


Chega no próximo ano Ex Machina um thriller de Ficção Cientifica que terá nos principais papeis Oscar IsaacDomhnall Gleeson e Alicia Vikander.

Realizado por Alex Garland, mais conhecido por ter escrito argumentos de filmes como 28 Dias Depois ou Sunshine: Missão Solar de Danny Boyle ou Nunca Me Deixes de Mark Romanek, estreia-se agora com este seu primeiro desempenho por detrás das cameras, mas também é o responsável pelo argumento deste.

O filme conta a história de um programador de internet (Domhnall Gleeson), que ganha um concurso, em que o prémio é passar uma semana nas montanhas numa propriedade do CEO (Oscar Isaac) da empresa para a qual trabalha. Quando lá chega descobre que irá fazer parte de uma experiencia que envolve inteligencia artificial. Dois homens e uma mulher robot (Alicia Vikander) que irá provar que é mais engenhosa do que os dois poderiam imaginar.

Ainda não tem data de estreia marcada em Portugal.