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quinta-feira, 15 de março de 2018

my (re)view: Tomb Raider . 2018


Tomb Raider não consegue fugir dos habituais problemas deste tipo de adaptação de video jogos para cinema, onde o argumento é fraco, os diálogos são pobres, as reviravoltas esperadas, mas a verdade é que vivemos esta experiência de forma bastante entusiasmante. Voltamos aqui às origens da jovem Lara Croft e sabemos perfeitamente que nada de mal lhe vai acontecer, mas vivemos cada dificuldade sua, cheios de emoção, intensidade e esse é exactamente o efeito que o jogo proporciona, cumprindo em parte aquilo que é devido. Alicia Vikander trás-nos uma Lara Croft menos sex symbol, muito mais aventureira, explorando de forma diferente aquilo que Angelina Jolie já havia explorado nas outras adaptações anteriores. Que Vikander é bastante competente já sabemos, vê-la neste papel bastante diferente do que costuma fazer e desafiador, mas o argumento dá-lhe obviamente pouco com que trabalhar e isso faz com que momentos mais emotivos não retenham da nossa parte tanta importância como os momentos de grande acção. Walton Goggins infelizmente não tem tempo suficiente para demonstrar o quão bom vilão pode ser, e isso é também um dos pontos fracos deste filme. Definitivamente cumpre com o entretenimento, quer por parte das cenas de acção como pelos cenários e efeitos visuais que são bastante competentes, abrindo no final as portas para continuidade dentro deste reboot. Não duvido que consiga, certamente os valores de bilheteira vão falar por si só. Assim que o filme terminou ficou a dúvida na minha cabeça: se isto é mau, então porque é que eu gostei!? Será que afinal é bom? Não merece positiva em geral, mas há que registar que o feeling requerido está lá todo.

Classificação final: 2,5 estrelas em 5.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Crítica: A Rapariga Dinamarquesa (The Danish Girl) . 2015


A Rapariga Dinamarquesa é sem dúvida um filme de performances. Realizado por Tom Hooper, este drama extremamente emocional dá pela segunda vez em dois anos, a oportunidade a Eddie Redmayne de brilhar, mostrando mais uma vez aquilo que vale, fazendo algo ao mesmo nível de exigência daquilo que fez em A Teoria de Tudo, filme pelo qual ganhou o Oscar de Melhor Actor o ano passado.

Einar Wegener (Eddie Redmayne) é um famoso pintor de Copenhaga, casado com a igualmente bem sucedida e também pintora Gerda Wegener (Alicia Vikander). Sendo ambos grandes amantes de arte, as suas personalidades e gostos encaixam, fazendo deles um casal aparentemente perfeito. Acontece que Einar esconde um segredo, difícil para muitos de compreender. Einar é aos olhos dos que o rodeiam o marido ideal, mas o seu maior desejo seria tornar-se uma mulher. Baseado na história verídica de Lili Elbe, adaptado do romance que tomou por base os diários e cartas da mesma, a história inicia-se na década de 20 e acompanha algumas das transformações físicas e psicológicas de Einar, até à década de 30, onde já como Lili se submete àquela que foi a primeira cirurgia de mudança de sexo.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Crítica: Ex Machina 2015


Ex Machina é um Sci-Fi que explora o tema da Inteligência Artificial, fazendo uma abordagem filosófica e por vezes complexa acerca do que esta afinal na mente dos humanos. Brilhantemente escrito e realizado por Alex Garland, este filme destaca-se de tudo o que tem sido feito ultimamente dentro do tema "humanos vs robots" devido a uma enorme subtileza, inteligência e mistério à medida que nos são dados a conhecer todos os factos da história.

Caleb (Domhnall Gleeson) é um jovem programador que ganha um concurso interno na empresa onde trabalha, a Blue Book (uma espécie de Google). O prémio é passar uma semana em casa do Director Executivo da empresa, Nathan (Oscar Isaac) um génio da tecnologia. Nathan quer que Caleb passe toda a semana desempenhando o Teste de Turing (que testa a capacidade que uma máquina tem em exibir um comportamento inteligente equivalente a um ser humano) numa robot que dá pelo nome de Ava (Alicia Vikander). Rapidamente Caleb começa a nutrir sentimentos pela robot, algo que se poderá vir a tornar perigoso.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Poster & Trailer: Son of a Gun


Son of a Gun é um thriller/drama Autraliano que marca a estreia do realizador Julius Avery.  O filme conta com as performances de Ewan McGregor, Brenton Thwaites e Alicia Vikander.

Nele seguimos a história de JR, um jovem de 19 anos que se envolve no mundo do crime sob a protecção de um dos mais perigosos criminosos da Austrália, Brenton Lynch.

Ewan McGregor já provou outras vezes que consegue ser um bom bad boy e veremos como o jovem Brenton Thwaites (mais recentemente visto em Maléfica e The Giver - O Dador de Memórias) se vai portar num papel diferente dos que fez ultimamente.

O filme já estreou na Australia, mas chegará a muitas salas espalhadas pelo mundo só para o ano que vem.

domingo, 2 de novembro de 2014

Poster & Trailer: Ex Machina


Chega no próximo ano Ex Machina um thriller de Ficção Cientifica que terá nos principais papeis Oscar IsaacDomhnall Gleeson e Alicia Vikander.

Realizado por Alex Garland, mais conhecido por ter escrito argumentos de filmes como 28 Dias Depois ou Sunshine: Missão Solar de Danny Boyle ou Nunca Me Deixes de Mark Romanek, estreia-se agora com este seu primeiro desempenho por detrás das cameras, mas também é o responsável pelo argumento deste.

O filme conta a história de um programador de internet (Domhnall Gleeson), que ganha um concurso, em que o prémio é passar uma semana nas montanhas numa propriedade do CEO (Oscar Isaac) da empresa para a qual trabalha. Quando lá chega descobre que irá fazer parte de uma experiencia que envolve inteligencia artificial. Dois homens e uma mulher robot (Alicia Vikander) que irá provar que é mais engenhosa do que os dois poderiam imaginar.

Ainda não tem data de estreia marcada em Portugal.