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sábado, 5 de novembro de 2016

Crítica: O Herói de Hacksaw Ridge (Hacksaw Ridge) . 2016


Mel Gibson volta à realização e tudo é um misto de emoções. Facilmente conseguimos dizer que é um filme espectacular, belissimo, e ao mesmo tempo ficamos incrédulos com a facilidade com que quase consegue deitar tudo a perder, devido à sua falta de profundidade. Arriscando pouco, com um argumento superficial, segue uma estrutura semelhante a muitas outras histórias baseadas em factos verídicos dentro deste género.

Esta é a história de Desmond T. Doss (Andrew Garfield) um pacifista americano, que conseguiu sobreviver à guerra sem disparar uma bala durante a WWII, na Batalha de Okinawa em Abril de 1945. Prestando apenas auxilio como socorrista, Desmond destacou-se pela sua bravura, o que o levou a receber uma medalha de honra e o título de primeiro Objector de Consciência. Acompanhamos alguns dos momentos da adolescência de Desmond, a relação complicada com o pai (Hugo Weaving) veterano da Primeira Guerra e a descoberta do primeiro amor por Dorothy (Teresa Palmer). Uma história poderosa que apesar de se focar bastante na religião, vai muito para além disso, demonstrando as crenças e moral de um homem e a sua força interior e poder de acreditar, o que o ajudou a alcançar a coragem e bravura necessárias para enfrentar os horrores da guerra, sempre em paz consigo mesmo e cheio de bondade no coração.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Crítica: 99 Casas (99 Homes) . 2015


Nada mais que um retrato real do capitalismo. 99 Casas, é um thriller realizado por Ramin Bahrani que faz o reflexo do pesadelo vivido por muitas pessoas após o colapso dos bancos em 2008, que as levou a perder as suas casas.

Dennis Nash (Andrew Garfield) é pai solteiro, vive com a mãe Lynn (Laura Dern), o filho Connor (Noah Lomax) em Orlando na Flórida, e ficou recentemente desempregado. Já há algum tempo que as escassas capacidades monetárias afectam a vida da família, e o pagamento da hipoteca da casa vem ficando para trás. Assim que são notificados com uma ordem de despejo, Dennis tenta lutar contra a situação, recorrendo a todos os meios para ficar com a casa em que cresceu e viu o seu filho crescer. Depois de um último aviso por parte do tribunal, inesperadamente o agente imobiliário Richard Carver (Michael Shannon) bate à porta com ordem de despejo imediata, e o mundo de Dennis abala a seus pés. Sem sitio para onde ir, ele e a família não sabem o que fazer e Dennis irá encontrar a solução para os seus problemas junto daquele que menos espera.

domingo, 17 de agosto de 2014

Crítica: The Amazing Spider Man 2 (2014)


Confesso que não fui a maior das admiradoras do reboot de 2012, de Mark WebbThe Amazing Spider Man. Muitas coisas não me agradaram no filme, talvez derivado ao facto da trilogia de Sam Raimi estar ainda muito presente na minha memória. Quando o trailer deste segundo filme saiu, suscitou um pouco mais de entusiasmo em mim, mas o que é certo é que fui adiando a sua visualização até agora.

Infelizmente The Amazing Spider Man 2 voltou a desiludir-me. Fui capaz de desfrutar mais dele, talvez pelo facto de, apesar de haver muita bagunça à mistura consegue ser um pouco mais dinâmico e ter algumas boas cenas de acção. Mesmo assim continuo a encontrar nele alguns problemas que não me agradam.

O enredo é um pouco confuso. Tudo acontece ao mesmo tempo sem haver qualquer desenvolvimento dos personagens. Coisas simplesmente acontecem e é tudo muito apressado e vai tudo parar ao mesmo, o romance de Peter e Gwen. Parece-me que o foco principal deste filme foi mesmo a relação entre Peter Parker e Gwen Stacy, e há demasiado romance! Já sabemos que eles se amam, porque focar o filme todo nisso?! Contudo desta vez, gostei muito mais da química entre Andrew Garfield e Emma Stone.

Os vilões são muito pouco explorados. E afinal como é que um filme de super heróis pode funcionar bem sem bons vilões? Jamie Foxx como Electro e Dane DeHaan como Green Goblin poderiam ter tido muito mais tempo de ecrã e ter sido explorados mais detalhadamente. Contrariando isso, as suas cenas parecem ser sempre um pouco apressadas. Paul Giamatti um actor que admiro, tem um papel absolutamente ridículo e desnecessário neste filme.

Só não vou dar a mesma nota negativa que dei ao primeiro filme (2,5 estrelas) porque não posso negar que desta vez consegui desfrutar mais.








Classificação final: 3 estrelas em 5.