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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Crítica: Os Sete Magníficos (The Magnificent Seven) . 2016


Mais um remake. Na realidade, um remake do remake. Em 1960, John Sturges realizava o famoso clássico The Magnificent Seven, que na realidade era uma obra ao estilo western baseada no filme japonês de 1954 Seven Samurai, de Akira Kurosawa. Aqui estamos perante uma versão, não contemporânea, mas definitivamente avançada com toda a ajuda que os tempos de hoje podem fornecer. Os Sete Magníficos é apenas uma versão criada para atrair novos públicos, centrado no entretenimento, que não satisfará os fãs do velho oeste. 

Após a Guerra Civil, os habitantes de uma cidade mineira com o nome de Rose Creek, vivem aterrorizados pelo instável e temível barão Bartholomew Bogue (Peter Sarsgaard), que pretende ficar com todos os seus terrenos. Bogue dá três semanas, para que todos abandonem o local ou haverão consequências graves. Decididos a lutar pelo que é seu, dois dos aldeões (Haley Bennet e Luke Grimes) partem para a vila mais próxima para pedir ajuda a um grupo de sete pistoleiros fora-da-lei (Denzel Washington, Chris Pratt, Ethan Hawke, Vicent D'Onofrio, Byung-hun Lee, Manuel Garcia-Rulfo e Martin Sensmeier) com habilidades singulares que estão dispostos a proteger e preparar todos os habitantes para o confronto violento com Bogue e os seus homens.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Crítica: Southpaw - Coração de Aço (Southpaw) . 2015


Jack Gyllenhaal tem vindo a construir uma sólida carreira, feita de escolhas bastante interessantes. A transformação física para interpretar um pugilista neste Southpaw - Coração de Aço é de elogiar, e o toque profundo que dá à interpretação notável, acontece que mesmo com o seu esforço o filme transforma-se a passo e passo num circulo de inúmeros clichés, conseguindo chegar ao mediano devido apenas à sua pessoa.

Billy Hope (Jake Gyllenhaal) é um famoso e bem sucedido pugilista no topo da sua carreira. A viver em Nova Iorque com a sua mulher Maureen (Rachel McAdams) e a filha Leila (Oona Laurence), a família vive para as competições e depende totalmente do sucesso da carreira de Billy, que lhes proporciona uma vida bastante estável e agradável. Após uma grave lesão na vista, Maureen convence Billy a retirar-se no seu auge, para viver tranquilamente com as duas uma vida normal, mas a decisão de realizar mais uma luta com um forte adversário rival, - provocado pelo mesmo num evento de caridade - tomará proporções gravíssimas, que acabarão por destruir não só a sua carreia, como tomaram conta de tudo aquilo que Billy mais ama na vida.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Crítica: The Equalizer - Sem Misericórdia 2014


O nome Denzel Washington é daqueles nomes que são capazes de levar qualquer um ao cinema, mesmo sem saber sequer o que nos reserva o filme. Um actor com bastante reputação, já fez grandes papeis ao longo da sua carreira, já venceu dois Oscares e quer queiramos quer não, “um nome” influência bastante a expectativa que poderemos ter a cerca do que vamos ver. Um dos Oscares que Denzel Washington ganhou foi com o filme Dia de Treino feito exactamente pelo mesmo realizador deste The Equalizer - Sem Misericórdia, Antoine Fuqua. O que acontece por vezes é que bons nomes não conseguem salvar filmes. Infelizmente The Equalizer é um exemplo disso.

Robert tem um passado que todos desconhecem. Trabalha numa grande loja de materiais de construção em Boston, aparentemente tem uma vida bastante pacata, é um homem muito solitário e sofre de insónias. Para tentar ocupar o seu tempo lê muito e vai imensas vezes durante a madrugada a uma coffe shop que está aberta 24h por dia. Como frequentador assíduo do sitio, é lá que conhece Teri uma prostituta adolescente e os dois acabam por criar uma ligação especial. Rapidamente Robert apercebe-se que Teri pertence a algum tipo de máfia de tráfico humano e acaba por se envolver com a Máfia Russa trazendo até si imensos problemas que nem ele poderia prever.

O maior problema da história é o facto de já termos visto este tipo de filme vezes e vezes sem conta, com os mesmo clichés de sempre e diálogos bastante “corriqueiros”. O desenvolvimento dos personagens não é feito de forma correcta deixando muitas coisas que ficam por explicar, coisas que podem ser importantes para a audiência. Embora o personagem central seja bastante interessante, acabando por nos envolver até um certo ponto, derivado a todo o mistério que é gerado em torno da sua vida passada, o aspecto moralista e justiceiro acaba por ser completamente destruido com tanta atitude completamente imprópria. Compreensível por um lado, mas impossivel por outro.

No inicio do filme pensamos que estamos prestes a assistir a uma pelicula de atmosfera escura e profunda que irá respeitar muito todos os sentimentos dos personagens, mas afinal não passa de mais um mero filme de acção, onde o importante são mesmo as cenas de pancadaria (que por sinal são muito bem coreografadas) mas com imensas falhas ao longo do enredo e perdendo tempo com cenas que acabam por ser irrelevantes e apressando muitas que poderiam ter sido melhor exploradas. Teria sido ideal conjugar as duas coisas, um bom enredo e muita acção mas o filme escolhe o caminho apenas do entretenimento em estilo “One Man Army”. 

Denzel Washington dá uma prestação bastante sólida. É um actor que apesar de fazer muito este tipo de papeis ultimamente sabe faze-los de forma decente tal como muito outros que fez ao longo da sua carreira. Acho que está cada vez a ficar mais parecido com Liam Neeson nas escolhas que faz e tenho pena disso. É um actor de um grande calibre que merece outro tipo de papeis. Tanto Washington como Neeson são bons e gostava de os voltar a ver fazer papeis marcantes como já os vimos fazer outrora. A jovem e talentosa actriz Chloë Grace Moretz também está muito bem tal como era de esperar só é pena que tenha muito pouco tempo de ecrã, e sendo ela a personagem que irá levar a todo o desenvolvimento da trama principal do filme, não lhe é dado o devido desenvolvimento e importância.

The Equalizer acaba por ser uma desilusão para quem pudesse esperar por algo menos comercial e mais profundo, mas sei que certamente irá agradar a muitos especialmente a todos os apreciadores de filmes recheados de acção.








Classificação final: 2,5 estrelas em 5.

sábado, 20 de setembro de 2014

Trailer: The Equalizer - Sem Misericórdia | 25 de Setembro nos Cinemas


Data de Estreia: 25-09-2014

The Equalizer - Sem Misericórdia é o nome do novo filme de Antoine Fuqua, que já realizou filmes como Dia de Treino de 2001 ou Assalto à Casabranca de 2013. Foi a segunda fez que Denzel Washington trabalhou com o realizador, sendo que da primeira vez o seu grande desempenho no filme Dia de Treino lhe valeu o seu segundo Oscar, o de Melhor Actor Principal. Na representação neste projecto junta-se a ele também a jovem talentosa Chloë Grace Moretz.

O filme conta a história de um antigo operacional dos Serviços Secretos, que decide afastar-se para levar uma vida tranquila. Até ao dia que conhece a jovem prostituta Teri e acaba por se envolver com a máfia Russa.

Estreia está marcada para a quinta-feira dia 25 de Setembro de 2014.

Aqui fica o trailer: