A cada anunciar de um novo remake da Disney, é sempre difícil imaginar os clássicos mais queridos da nossa infância a ser readaptados em obras live-action. Bill Condon conseguiu transportar a magia de A Bela e o Monstro de volta a 2017 e transforma-o numa autentica delicia, que demonstra mais uma vez o porquê de ser uma das mais belas e mais significativas histórias que a Disney já fez.
Este conto já todos sabemos de cor. Bella (Emma Watson) é uma jovem e ambiciosa rapariga, que vive numa pequena vila francesa com o seu pai Maurice (Kevin Kline). Numa das viagens de Maurice ao mercado da cidade mais próxima para vender pequenas caixas de música que constrói, ele e o seu cavalo Phillipe perdem-se na floresta e são capturados por um feroz Monstro (Dan Stevens). Ao ver o pai capturado pela terrível criatura, Bella decide trocar a liberdade do pai pela sua, num castelo medonho onde os objectos têm vida. Com o passar do tempo, apercebe-se que o Monstro é afinal um príncipe, que derivado ao seu feitio arrogante e presunçoso, se encontra amaldiçoado por uma bruxa, assim como os servos do seu castelo. Para quebrar o feitiço precisa de um verdadeiro amor que o faça voltar à fase humana ou então ficará com um aspecto aterrador o resto da sua vida.
