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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

my (re)view: Thor: Ragnarok . 2017


Filmes da Marvel já pouco ou nada me entusiasmam, mas quando o nome de Taika Waititi foi metido ao barulho já foi outra conversa. Thor Ragnarok é talvez algo mais dentro da onda de Guardians of the Galaxy, mas com o tipo de humor negro e sarcástico que Waititi gosta de colocar em todos os seus trabalhos. Em Ragnarok todos os personagens têm os seus momentos de glória, a parte visual está super bem executada, assim como as cenas de acção carregadas de humor e música a condizer. Chris Hemsworth teve nas suas mãos um Thor muito mais descontraido do habitual, e a parte cómica do personagem é um ponto a seu favor. Mark Ruffalo tem grande quimica com Hemsworth e tanto Banner como Hulk são usados na história da forma mais brilhante possivel. Ficamos a conhecer o lado mau de Odin e o lado bom de Loki, assim como nos é apresentada duas personagens femininas que são verdadeiras bad ass girls! Jeff Goldblum a ser Jeff Goldblum e isso é simplesmente perfeito. O próprio Taika como gigante de pedra é das coisas mais hilariantes de todo o filme. Ficou a faltar mais Cate Blanchett, que acaba por aparecer muito pouco. Tempo bem divertido e absolutamente bem passado! Ragnarok é tudo aquilo que a Marvel não tem sido nos últimos tempos (à excepção de Logan).

Classificação final: 4 estrelas em 5.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Crítica: Música a Música (Song to Song) . 2017


Sabemos bem que Terrence Malick tem um jeito especial de fazer filmes, onde por vezes chega a ser difícil explicar o existente fascino pelas suas obras. Apesar de parecer, este não é definitivamente um filme sobre música, é mais uma vez um filme sobre pessoas e relações, sem nunca esquecer o habitual voiceover que acompanha a beleza natural que é a vida, aos olhos do realizador. Nem sempre equilibrado, nem sempre claro, mas é difícil não admirar o trabalho tão próprio e intimo de Malick.

Com o cenário central do South by Southwest Music Festival, o famoso festival de música da cidade de Austin no Texas, Música a Música segue os caminhos entrelaçados de dois casais, a aspirante a música Faye (Rooney Mara), o produtor musical Cook (Michael Fassbender) namorado de Faye, BV (Ryan Gosling) outro músico e também namorado de Faye, e a insegura empregada de mesa Rhonda (Natalie Portman) que casa com Cook. A cima de tudo esta é uma história sobre paixão, sedução, ambição e traição onde tentamos desvendar as peças soltas de um puzzle, através da peculiar narrativa de Terrence Malick, sempre complexa e sempre diferente. 

terça-feira, 7 de junho de 2016

Crítica: Carol . 2015


Um amor arrebatador. Um fascínio à primeira vista. E tal como acontece com as cativantes personagens do filme, Carol têm sobre nós esse mesmo poder. Baseado no romance de 1952 “The Price of Salt” de Patricia Highsmith, este é o relato hipnotizante de um amor proibido, levado até nós de forma magnifica por Todd Haynes

Na encantadora época de Natal de Nova Iorque dos anos 50, uma charmosa e requintada dona de casa de meia idade de seu nome Carol Aird (Cate Blanchett) conhece a simples e discreta jovem Therese Belivet (Rooney Mara) aspirante a fotografa, actualmente empregada na secção de brinquedos de um grande armazém da cidade. Ambas sentem de imediato uma forte atracção, e os encontros começam a ser recorrentes, mesmo quando a possibilidade de um relacionamento entre as duas, vai contra todos os costumes da época. Forçada a fingir sentimentos e a viver segundo padrões rígidos da sociedade, Carol terá agora que lutar pela custódia da adorada filha contra o amargurado ex-marido (Kyle Chandler) arriscando-se a perde-la, quando este a expõe perante um juiz, afirmando que a prática de uma conduta homossexual, para além de ser impropria aos olhos da sociedade, lhe irá tirar o que de mais precioso tem na vida. Dividida entre o amor pela filha e a vontade de viver uma vida com liberdade, sem segredos, Carol decide fazer uma viagem com Therese, onde encontrará todas as perguntas e respostas que precisa, ao mesmo tempo que o fascínio que sente pela jovem se apodera cada vez mais da sua mente.

domingo, 10 de abril de 2016

Crítica: Verdade (Truth) . 2015


Mas ainda há dúvidas de que Cate Blanchett é uma diva? Até porque tudo em que esta senhora toca se transforma sempre em algo muito melhor do que é ou do que poderia ser. Verdade é um filme cheio de erros inconcebíveis, erros evitáveis, mas que tinha tudo para ser tornar num bom filme sobre jornalismo de investigação (completamente esmagado quando inevitavelmente temos de o comparar com a mais recente memória que é Spotlight).

Este é o drama politico, baseado nas memórias Truth and Duty: The Press, The President and The Privilege of Power, da jornalista e produtora de televisão Mary Mapes, durante o tempo em que esteve ligada do programa 60 Minutes da CBS News. Meses antes as eleições de 2004 (onde George W. Bush foi re-eleito) Mary Mapes (Cate Blanchett), o pivô Dan Rather (Robert Redford) e a sua equipa investigam o que está por detrás da entrada de Bush na Guarda Nacional nos anos 70, quando alegadamente não apresentava requisitos para tal. Documentos sobre o caso são apresentados e analisados no programa, mas rapidamente a veracidade dos mesmos começa a ser posta em causa por especialistas, bloggers e outras cadeias de televisão americanas. O caso torna-se polémico e a credibilidade de todos os envolvidos na investigação interfere na sua vida pessoal e profissional. 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Crítica: Carol . 2015


Um amor arrebatador. Um fascínio à primeira vista. E tal como acontece com as personagens do filme, Carol têm em nós esse mesmo poder. Baseado no romance The Price of Salt de Patricia Highsmith, este é o relato hipnotizante de um amor proibido, levado até nós de forma magnifica por Todd Haynes

Na encantadora época de Natal de Nova Iorque dos anos 50, uma charmosa e requintada dona de casa de meia idade de seu nome Carol Aird (Cate Blanchett) conhece a simples e discreta jovem Therese Belivet (Rooney Mara) aspirante a fotografa, actualmente empregada na secção de brinquedos de um grande armazém da cidade. Ambas sentem de imediato uma forte atracção, e os encontros entre as duas começam a ser recorrentes, mesmo quando a possibilidade de um relacionamento entre as duas vai contra todos os costumes da época. Carol terá agora que lutar pela custodia da adorada filha contra o amargurado ex-marido (Kyle Chandler), arriscando-se a perde-la quando este a expõe perante um juiz, afirmando que a pratica de uma conduta homossexual, para além de ser impropria aos olhos da sociedade, lhe irá tirar o que de mais precioso tem na vida. Divida entra o amor pela filha e a vontade de viver uma vida sem segredos, Carol decide fazer uma viagem com Therese, onde encontrará perguntas e respostas ao mesmo tempo que o fascínio que sente pela jovem se apodera cada vez mais da sua mente.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Crítica: Cinderela 2015


Todos estão familiarizados com este clássico intemporal da Walt Disney. Cinderela é talvez das mais reconhecidas histórias, contadas e recontadas imensas vezes ao longo do tempo, contando com muitas referências e vários apontamentos em outros filmes.

A frescura, simplicidade e honestidade com que nos é apresentada esta versão live-action de Kenneth Branagh, faz com que tenha um brilho especial. Sem alterações na história original os factos são retratados tal e qual como os conhecemos.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Poster & Trailer: Cinderela (Cinderella)


A Disney continua a apostar nas adaptações live-action das suas mais conhecidas histórias. Para o ano será a vez de Cinderela ter o seu destaque com actores reais.

O filme será realizado pelo actor e realizador Kenneth Branagh (Thor, Jack Ryan: Shadow Recruit) e terá nos principais papeis Lily James (da serie Downtown Abbey) que interpretará Cinderela, Richard Madden (da serie Game of Thrones) que será o Principe Encantado, Cate Blanchett como Madrasta e a peculiar Helena Bonham Carter como fada madrinha.

A história já nós todos conhecemos muito bem, só resta saber se o filme trará algumas surpresas no enredo, como aconteceu em Maléfica que saiu este ano. 

Cinderela tem estreia marcada para Março de 2015.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Crítica: The Monuments Men (2014)


The Monuments Men era um dos meus filmes mais esperados para este ano. O que aconteceu é que os pobres comentários foram tantos que eu acabei por perder o interesse em ir vê-lo enquanto esteve em exibição nos cinemas por volta do inicio deste ano. Após estes meses finalmente tomei a decisão de vê-lo.

Eu sempre gostei de filmes relacionados com a Segunda Guerra Mundial, todas as histórias com base nela causam-me interesse por isso o meu interesse por este filme foi imediato, ainda com o acréscimo da quantidade de grandes nomes associados a ele. Mas como em muitos outros filmes o elenco não foi capaz de salvar o filme.

Este filme quer elogiar o trabalho dos valentes homens que andavam à procura de arte roubada por Hitler durante a guerra. Hitler roubou e escondeu uma grande quantidade de obras de arte famosas dos maiores pintores e artistas de sempre no mundo. Se Hitler perdesse a guerra já estava programada a destruição de todas essas obras de arte e um grupo de homens estava disposto a literalmente arriscar as suas vidas pela Arte! Se eles não tivessem sido bem sucedidos talvez hoje não tivéssemos algumas das incríveis obras de arte de todos os tempos.

Enquanto realizador deste filme George Clooney quer realçar este aspecto. Durante todo o filme sentimos que aqueles homens adoravam o que estavam a fazer, estando realmente comprometidos com a sua missão. O que Clooney não foi capaz de fazer foi mostrar mais momentos deste grupo enquanto equipa. Era preciso aprofundar mais os personagens e alguns precisavam de mais tempo de ecrã. Bill Muray, John Goodman, Cate Blanchett, Matt Damon, Jean Dujardin, todos eles não tiveram oportunidade de ter momentos brilhantes no filme. A parte romantizada do filme entre Matt Damon e Cate Blanchett precisava de mais profundidade. A química entre os dois foi óptima e surpreendentemente (e digo surpreendentemente porque é suposto nos focarmos na história de arte roubada) as suas cenas foram as que eu mais gostei.

O ritmo não é o melhor. Há momentos muito lentos onde perdi o interesse e comecei a distrair-me, felizmente como queria saber mais sobre o que estes grandes heróis fizeram, isso foi o que me ajudou a ficar focada até ao fim. Também senti que algumas cenas foram desnecessárias e outras que precisavam ser mais desenvolvidas foram deixadas para trás.

The Monuments Men não é o filme incrível que eu estava a espera, mas com uma grande história e grandes actores, só por isso merece um certo crédito. Certamente não é fantástico, mas pelo menos mostrou-nos um lado da Segunda Guerra Mundial que nunca foi explorado em filme antes, mesmo que infelizmente tenha sido pobre.






Classificação final: 2,5 estrelas em 5.

Alguns dos verdadeiros heróis desta história, intitulados como "The Monuments Men"