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domingo, 17 de setembro de 2017

Crítica: Sorte à Logan (Logan Lucky) . 2017


Depois de ter afirmado há uns anos que se iria retirar do mundo da realização, ficando apenas ligado a projectos televisivos, Steven Soderbergh quebra a promessa para o bem da humanidade. Simples, mas com estilo e uma grande dose de humor inteligente, Logan Lucky é mais uma certeza que Soderbergh tem obrigatoriamente que continuar a cultivar este lado da carreira.

Jimmy Logan (Channing Tatum) e Clyde Logan (Adam Driver) são irmãos e consideram-se bastante azarados na vida. Jimmy tinha uma carreira promissora no football que lhe escapou derivado a uma lesão num joelho. Clyde é um veterano da guerra do Iraque, que perdeu parte de um braço em combate. Longe de ligar a superstições está a irmã Mellie Logan (Riley Keough). Quando Jimmy descobre a que a sua ex-mulher Bobbie (Katie Holmes) está a pensar mudar-se para outra cidade com a filha de ambos, Jimmy elabora um plano que consiste em assaltar uma pista de corridas de Nascar, pois adquiriu conhecimentos da forma como funciona o sistema pneumático de recolha de dinheiro durante as corridas durante uns tempos em que lá trabalhou. Para que o plano resulte vão precisar contar com a ajuda do velho conhecido Joe Bang (Daniel Craig), um criminoso com muita experiência. 

sábado, 3 de janeiro de 2015

Crítica: Foxcatcher 2014


Data de Estreia: 01-01-2015

Uma arrepiante história verídica, que nos é entregue por Bennett Miller, realizador que regressa assim aos dramas sobre desporto, depois do seu último filme de 2011 Moneyball.

O filme é baseado na história dos irmãos Mark e Dave Schultz, lutadores de wrestling que foram contratados por John E. du Pont, um homem que possuía uma grande fortuna, com o objectivo de o ajudar a treinar uma equipa que iria glorificar o nome dos Estados Unidos da América nos Jogos Olímpica de Seul em 1988. Problemas de ordem mental levaram du Pont a assassinar Dave Schultz anos mais tarde.

Foxcatcher está definitivamente entregue às grandes performances de Steve Carell, Channing Tatum e Mark Rufallo que elevam este filme ao ponto de só pelos três se destacar de uma forma poderosa. Mark Rufallo já deu imensas provas de que é um actor versátil e aqui, mais uma vez, só demonstra o quanto é bom. Steve Carell, que vemos com mais frequência e muito bem a fazer comédia, é absolutamente assustador como  du Pont, onde a sua postura física muitas vezes é suficiente para nos intimidar. Channing Tatum surpreende bastante, numa grande performance, onde coloca uma intensidade enorme no personagem. A entrega dos três actores aos papeis e esforço para se parecerem com as pessoas reais desta história é notório. Expressões faciais, forma de estar, agir, falar e até aprender wrestling para que o filme passasse uma maior verassidade.

Com uma história tão complexa e emocionalmente forte alguns elementos importantes falham pois nunca são devidamente explorados. Uma das grandes falhas do filme, é por exemplo o pouco desenvolvimento que é dado a Dave Schultz. Vemos muito pouco da relação entre Dave e du Pont e fica no ar (apesar de estar sempre subentendido ao longo do filme) o porquê do seu assassinato, enquanto a relação entre Mark e du Pont é mostrada durante grande parte. Talvez essa seja a sua maior lacuna, pois acaba por ser inconsistente no seu todo. No entanto, existem momentos no filme muito bem conseguidos onde, por exemplo, pequenos gestos entre os irmãos ou assustadoras atitudes de du Pont provocam sob o espectador poderosas emoções, escondidas nas entre linhas.

As técnicas utilizadas para filmar todas as cenas de luta estão impecávelmente feitas e em conjunto com uma bela cinematografia e banda sonora intrigante, que contribuem para toda a absorvente e escura atmosfera. Apesar de todas as falhas que Foxcatcher possa ter, é impossível ficar indiferente a esta sinistra história e aposto que todos vão querer saber mais sobre ela.







Classificação final: 4 estrelas em 5.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Crítica: 22 Jump Street (2014)


Em 2012 os realizadores Phil Lorde e Christopher Miller trouxeram-nos uma daquelas que para mim é uma das melhores comédias dos últimos tempos, 21 Jump Street. E foi mais ou menos assim:


Este ano a sua sequela, 22 Jump Street, realizada pelos mesmos, era provavelmente a comédia mais esperada para este ano. Apesar das muito boas críticas que tinha lido por ai, confesso que tinha as minhas dúvidas. Geralmente as sequelas são sempre muito mais fracas do que o primeiro filme e a verdade é que as histórias são basicamente iguais, só que passadas em sítios diferentes. Em 21 é passado na escola secundária e em 22 na universidade. Portanto a única coisa que eu esperava dele era a mesma quantidade de diversão e risadas que o primeiro filme me proporcionaram e isso foi totalmente conseguido, mas a verdade é que este filme já não teve o mesmo impacto em mim e dos dois o primeiro continua a ser o meu favorito.

O vilão não é tão forte como no primeiro filme e acho que isso é a minha principal queixa sobre o filme. À parte disso, tem o pacote completo de grande entretenimento, cheio de acção e diversão!

Jonah Hill e Channing Tatum formam uma dupla incrível, tal e qual como no primeiro filme. Mais uma vez a química entre eles é fantástica e proporcionam-nos grandes momentos de risada! Definitivamente um grande "bromance".

Apesar de ter exactamente a mesma premissa do primeiro filme eu acredito que 22 Jump Street vai ser certamente uma das melhores comédias deste ano.

Por último mas não menos importante, tenho que mencionar os créditos do filme. São simplesmente fantásticos! Uma grande paródia a todos os filmes que tem sequelas "intermináveis".

22 Jump Street (Agentes Universitários) estreou na passada quinta-feira, dia 10 de Julho e está espalhado pelo país em muitas salas de Cinema. Vão ver porque vão passar um bom bocado a rir muito!!






Classificação final: 4 em 5 estrelas.