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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Bond 24 | Blofeld está de volta! Christoph Waltz é o escolhido para o papel!


Depois de tanto rumor está finalmente confirmado! Christoph Waltz vai mesmo fazer parte do elenco do próximo filme da saga James Bond, Bond 24. Ele será o responsável por interpretar o que é considerado o melhor vilão da franquia Bond, Ernst Stavro Blofeld.

Blofeld aparece pela primeira vez na franquia em 1963 em From Russia With Love e em 1965 em Thunderball, mas nestas duas primeira aparições a sua cara não é mostrada, estando apenas visivel a parte inferior do seu corpo, com a sua imagem de marca - um gato branco ao colo.

Mais tarde em 1967, 1969 e 1971 respectivamente em You Only Live Twice, On Her Majesty's Service e em Diamonds Are Forever ele aparece como primeiro antagonista e finalmente conhece James Bond cara a cara e é aí que se dá também a conhecer ao público por completo. A sua última aparição foi em 1981 em For Your Eyes Only.


Com um actor super talentoso como Christoph Waltz é certo que não será de todo dificil imagina-lo no papel. Blofeld é considerado o vilão Bond número 1, o mais famoso e relembrado por todos e Waltz enquadra-se facilmente no perfil. Certamente o personagem continuará a ser tão sinistro como nas suas aparições anteriores com um toque mais contemporâneo e talvez progressista.


E assim ao elenco que já reside desde o filme anterior Skyfall, Daniel Craig como James Bond, Ralph Fiennes como M, Ben Whishaw como Q e Naomie Harris se juntam ao elenco Léa Seydox como a nova Bond Girl e Christoph Waltz como o carismático Blofeld. Penso que o realizador Sam Mendes tem tudo para poder fazer mais um sucesso na franquia 007.

Esta confirmação será oficialmente apresentada numa conferência de imprensa que será feita no inicio de Dezembro. Ficamos assim ansiosamente à espera.

sábado, 18 de outubro de 2014

Poster & Trailer: Big Eyes


Primeiro poster para Big Eyes, o próximo filme de Tim Burton protagonizado por Amy Adams e Christoph Waltz. O filme é um drama autobiografico baseado na história da pintora Margaret Keane cujo o marido, Walter Keane, alegou ter sido o criador de todas as suas obras. O filme conta a história do sucesso do casal e também do divórcio e da batalha entre os dois por Walter ter roubado as suas pinturas.

Já sabemos que certamente podemos contar com um pouco de "bizarrice" e atmosfera sombria que Tim Burton coloca em todos os seus filmes, mas finalmente vamos poder vê-lo fugir um pouco do registo de fantasia que tem feito nos ultimos anos. O filme será lançado em Dezembro nos EUA, portanto podemos com estreia marcada em Portugal para o inicio de 2015.

domingo, 10 de agosto de 2014

Crítica: The Zero Theorem (2014)


“Para que vivo?” - Uma das citações do personagem principal deste filme e a questão fulcral deste filme. Logo no inicio, conseguimos prever que nos espera algo extremamente filosófico.

Em The Zero Theorem seguimos o hacker de computadores Qohen Leth, que trabalha para uma empresa chamada Mancom. O seu trabalho consiste em decifrar o suposto impossível “Teorema Zero”, o teorema que irá descobrir qual é afinal o propósito da existência humana. Qohen é um homem obsessivo, muito estranho e solitário e é constantemente interrompido pelo dono da empresa, o imponente Management que lhe irá tentar dificultar o caminho, colocando-lhe certos obstáculos. Qohen é muito metódico e irá ficar completamente desorientado.

Sabemos que Qohen espera ansiosamente por um telefonema que pelo que percebemos lhe irá trazer finalmente algo que ele tanto deseja, mas durante todo o filme não sabemos ao certo ao que se refere e isso é por vezes um pouco frustrante.

Esta história é passada num futuro um pouco estranho onde tudo parece ser desajeitado e tonto, mas resulta muito bem! Todo aquele mundo é muito interessante e todos os cenários criados são absolutamente brilhantes!

Christoph Waltz é um actor muito versátil, vê-lo neste papel complexo foi muito bom! Apesar de só entrar em muito poucas cenas no filme, também achei interessante ver Matt Damon num papel mais bizarro do que é costume. Tilda Swinton, mais uma vez maravilhosa num papel muito à sua medida e também gostaria de referir o jovem actor Lucas Hedges pelo bom trabalho.

O filme mostra uma forte avaliação acerca da existência humana onde - e passo a citar uma ideia transmitida no filme - “o caos rende”. Quando a sociedade é levada a acreditar em algo superior - tal como Qohen acreditava fielmente que aquela tal chamada seria a resolução dos seus problemas e o fim da sua vida solitária – o ser humano encontra conforto e a sua vida passa a ser insignificante, pois a espera passa a ser a razão da vida… E será essa a espera de algo melhor depois da existência? Será que os humanos só tem o propósito de seguir a jornada da vida com o objectivo de chegar a eterna paz e felicidade? É essa espera que fez com que o personagem principal tivesse vivido toda uma vida insignificante, mas quando descobre a amizade e o amor é quando se começa a aperceber que a vida é muito mais do que ficar sentado a espera que algo bom caia do céu.

A meu ver, o filme é uma inteira metáfora e talvez critica controversa para aqueles que acreditam em qualquer tipo de religião. Também é certo de que para termos fé não precisamos de pertencer a nenhuma religião específica, mas a verdade é que a fé sempre moveu as pessoas, e se tivermos muita fé é mais fácil de chegar a certos objectivos.

The Zero Theorem pode ser um filme estranho, mas sem dúvida muito inteligente. Contudo acredito que não vá agradar a qualquer um.






Classificação final: 3,5 estrelas em 5.