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domingo, 28 de janeiro de 2018

my (re)view: Suburbicon . 2017


Confirmam-se os rumores. Um dos filmes pelos quais mais aguardava é uma das grandes desilusões do ano que passou. Suburbicon, é a mais recente colaboração de George Clooney com os Coen Borthers, Clooney ao leme da realização com o argumento dos irmãos, dos quais sou muito fã. Suburbicon tinha tudo para ser um thriller bem sucedido, passado nos anos 50, decor impecável e banda sonora a condizer, daquelas que entra na vibe. Mas a narrativa é super mal concedida, com imensos plot holes e boas ideias que infelizmente estão completamente mal sincronizadas com a hostória central. Ver Julianne Moore e Matt Damon no meio disto é meio que estranho, pois os seus personagens nunca chegam sequer a definir as suas verdadeiras convicções, já para não falar de Oscar Isaac que é creditado como personagem principal e talvez nem chegue a aparecer cinco minutos. Uma história sobre um assassinato estranho e uma série de eventos consequentes a ele, misturado com um subplot racial, que tem boas intensões mas não passa disso. Conseguimos tirar a ideia principal e a sua mensagem, mas o caminho até lá chegarmos não esteve à altura do mesmo. Um tiro completamente ao lado. Já percebo o porquê disto ter passado tão despercebido, e de ter sido tão mal recebido. Eu ainda tinha esperanças.

Classificação final: 2 estrelas em 5.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Crítica: Salvé, César! (Hail, Caesar!) . 2016


Os Coen Brothers têm novo filme! Salvé, César! é o 17º filme dos realizadores e argumentistas Joel e Ethan Coen, e bem mais leve e gracioso que o seu último Inside Llewyn Davis, tendo tanto de sátira, como de homenagem à Hollywood dos anos 50, onde o enredo é bem mais simples e as coisas funcionam de forma bem mais concisa, sem grandes mistérios ou inúmeras alegorias características da sua escrita.

Em 1951, Eddie Mannix (Josh Brolin) é o responsável por manter os actores longe dos holofotes da imprensa, na produtora de cinema Capitol Pictures. Ao mesmo tempo que tem de lidar com os escândalos das estrelas dos estúdios, e com aspectos de produção dos vários filmes, Mannix está a ser pressionado para aceitar um trabalho numa empresa aeroespacial. Quando Baird Whitlock (George Clooney), o actor principal da maior produção do estúdio, "Hail, Caesar!", desaparece misteriosamente durante um dia de gravações, as gémeas cronistas sociais Thora e Thessaly Thacker (Tilda Swinton) começam a intimidar Mannix, que rápido descobre, que Whitlock foi afinal raptado por uma célula comunista intitulada de The Future, formada na sua maioria por argumentistas de cinema, tentando fazer com que Whitlock concorde com as suas ideologias políticas.