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quinta-feira, 3 de maio de 2018

my (re)view: Um Lugar Silencioso (A Quiet Place) . 2018


Quando um filme contém tudo aquilo que um género deve ser. Bem vindos a um cenário pós-apocalíptico não muito distante, onde reina o silencio e todos aqueles que se atreverem a fazer qualquer som se condenam automaticamente a um fim. Algures nos Estados Unidos, conhecemos uma família das poucas que parecem resistir aos novos tempos, cuja união faz a sobrevivência, mas o medo acaba por liderar as suas vidas. O grandioso trabalho tanto dos actores como da edição de som, fazem com que seja meio caminho andado para o sucesso deste filme, cuja história é inquietante do inicio ao fim, cheia de grandes interpretações e uma cinematografia de tirar o fôlego, criando por si só uma envolvencia interessante deixando o espectador com uma ansiedade tremenda pelo que está por vir. A Quiet Place segue claramente outras referencias do suspense/horror, mas fá-lo muito bem e à sua maneira. A tensão e o medo ultrapassam o ecrã e a experiência vale totalmente a pena. Espero que John Krasinski não seja esquecido quando lá para o final do ano se falar do que foi bom cinema durante o ano. Espero também que Emily Blunt comece a ser valorizada mais vezes, pois está mais que provado que já o deveriam ter feito.

Classificação final: 4,5 estrelas em 5.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Crítica: A Rapariga no Comboio (The Girl on the Train) . 2016


Mais um grande sucesso literário adaptado ao grande ecrã. A Rapariga no Comboio, realizado por Tate Taylor (The Help), é a adaptação do best-seller homónimo de 2015, da escritora Paula Hawkins, cuja história segue os melodramas femininos de três mulheres, envolvidas num triângulo de mentiras e suspeitas.

Todos os dias Rachel Watson (Emily Blunt) viaja de comboio de casa para o trabalho, do trabalho para casa, fantasiando sobre as vidas daqueles que vivem junto à linha. Com o passar do tempo, começa a ficar obcecada com a jovem Megan (Haley Bennett), que aparenta ter a vida que sempre sonhou para si. Megan sem saber, entra então na vida de Rachel de forma doentia, desconhecendo que afinal existe na realidade uma conexão entre as duas. Para agitar ainda mais as coisas, ao lado da casa de Megan vive Anna (Rebecca Ferguson), casada com Tom (Justin Theroux) ex-marido de Rachel, cujo casamento terminou depois de Rachel ter problemas em engravidar, tendo essa situação originado um grave problema com o álcool. Ao longo da história são nos mostrados flashback's sob a perspectiva de vida destas três mulheres, até percebermos que todas elas têm elementos em comum que irão levar até ao mistério do assassinato de uma delas.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Crítica: Sicario - Infiltrado (Sicario) . 2015


Podemos constatar que Denis Villeneuve tem um certo fascínio por histórias sombrias e misteriosas, que através de uma atmosfera absolutamente envolvente nos transportam para dentro da tela da forma mais hipnotizante que pode haver. Sicario é o perfeito exemplo de um excelente thriller de acção, apenas com alguns aspectos previsíveis mas que não prejudicam em nada a experiência final.

O filme lida com algumas das questões e consequências devastadoras das chamadas guerras da droga entre Estados Unidos e México. Kate Macer (Emily Blunt) é uma agente do FBI responsável por liderar uma unidade especial de narcóticos. Depois de descobrir cadáveres executados por um poderoso cartel, e mesmo com pouca experiência naquilo que é a verdadeira luta contra as drogas, é convidada para participar na missão que levará a cabo a descoberta do líder desse mesmo cartel. Kate e o seu parceiro de unidade (Daniel Kaluuya) seguem as ordens de um conselheiro de justiça (Josh Brolin) e do misterioso colombiano que o acompanha (Benicio Del Toro) sem nunca saber ao certo aquilo que os espera. A inexperiência de Kate torna-se uma angústia constante, o que fará vir ao de cima todas as suas inseguranças e medos reflectidos na sua postura e atitudes, quando começa a por em causa todo o propósito e valor da missão.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Crítica: Edge of Tomorrow (2014)


Emocionante, criativo e cheio de boas performances. Havia uma grande quantidade de dúvidas à cerca deste novo filme de Ficção-Cientifica, Edge of Tomorrow, mas para mim sempre me pareceu que iria ser bom desde a primeira vez que vi o trailer. Desde aí que estava muito animada para vê-lo. Hoje finalmente tive a oportunidade de o ver e tal como esperava gostei!

O conceito da história é muito bom! Algo entre o filme Source Code (quem viu percebe porque, quem não viu aconselho a ver) e uma mistura de muitos filmes de guerra. As sequências de acção de guerra são absolutamente incríveis e os efeitos especiais tão bem feitos! Com uma história Sci-Fi fantástica e super original que nos vai deixar intrigados até o último minuto e não podemos sequer prever o que vem a seguir!

O que eu não esperava foi a quantidade de humor que o filme tem. As partes cómicas vão muito bem com a história e são muito bem entregues. Eu soltei uma boa quantidade de risadas espontâneas ao longo do filme e que foi óptimo.

Tom Cruise foi muito bom no seu papel! Já sabemos que ao longo dos últimos anos, ele é um actor que gosta de fazer este tipo de papéis fisicamente difíceis que requerem muito dele e bem cheios de acção e certamente que ele está em forma para isso. Confesso que prefiro o Tom Cruise dos anos 80 e 90, mas ele foi muito bom nisto e é este o Tom Cruise que eu quero continuar a ver! (apesar de que no ano passado também gostei de o ver em Oblivion, outro filme de Ficção-Cientifica que pessoalmente acho que não foi tão mau como muitos dizem). Emily Blunt é uma boa actriz, vê-la neste papel mesmo "badass" foi incrível! A química entre Cruise e Blunt foi fantástica! Também gostei muito do personagem interpretado por Bill Paxton.

Ouvi ou li em algum lugar que este filme foi "o melhor filme de video jogos que não foi baseado num vídeo jogo" e enquanto eu estava a ver o filme realmente senti isso! Foi muito fixe quase sentir que eu estava realmente a jogar um jogo. Algo parecido com "Oh sh*t GAME OVER, começa tudo de novo!" haha

Primeiro com X-Men: Days of Future Past e agora Edge of Tomorrow. Dois grandes Blockbusters! Será que este Verão vai continuar a ser assim tão bom? Esperemos que sim!

Edge of Tomorrow estreou dia 29 de Maio e ainda se encontra espalhado por muitas salas de Cinema do país. Vão ver, não se vão arrepender!








Classificação final: 4,5 estrelas em 5.