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domingo, 28 de janeiro de 2018

my (re)view: Suburbicon . 2017


Confirmam-se os rumores. Um dos filmes pelos quais mais aguardava é uma das grandes desilusões do ano que passou. Suburbicon, é a mais recente colaboração de George Clooney com os Coen Borthers, Clooney ao leme da realização com o argumento dos irmãos, dos quais sou muito fã. Suburbicon tinha tudo para ser um thriller bem sucedido, passado nos anos 50, decor impecável e banda sonora a condizer, daquelas que entra na vibe. Mas a narrativa é super mal concedida, com imensos plot holes e boas ideias que infelizmente estão completamente mal sincronizadas com a hostória central. Ver Julianne Moore e Matt Damon no meio disto é meio que estranho, pois os seus personagens nunca chegam sequer a definir as suas verdadeiras convicções, já para não falar de Oscar Isaac que é creditado como personagem principal e talvez nem chegue a aparecer cinco minutos. Uma história sobre um assassinato estranho e uma série de eventos consequentes a ele, misturado com um subplot racial, que tem boas intensões mas não passa disso. Conseguimos tirar a ideia principal e a sua mensagem, mas o caminho até lá chegarmos não esteve à altura do mesmo. Um tiro completamente ao lado. Já percebo o porquê disto ter passado tão despercebido, e de ter sido tão mal recebido. Eu ainda tinha esperanças.

Classificação final: 2 estrelas em 5.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Crítica: Money Monster . 2016


O puro thriller à moda dos anos 90, assim é Money Monster. Sem grandes surpresas ou originalidade, Jodie Foster realiza um filme que de imediato se destina a entreter o espectador, sem grandes complexidades e o empurrão dos nomes sonantes no elenco.

O vaidoso e arrogante apresentador de tv Lee Gates (George Clooney), prepara-se para mais um episódio do programa de ajuda financeira, onde sugere a todos os seus telespectadores as melhores hipóteses para ganhar dinheiro com compra de acções na bolsa. Poucos minutos depois de mais um dos seus programas ir para o ar, Lee é feito refém por um seguidor, Kyle Budwell (Jack O'Connell) que o faz refém em directo, acusando-o de ter feito perder uma enorme quantidade de dinheiro, depois de Lee ter sugerido uma má opção no programa. Causando o pânico na estação de televisão o circo está instalado quando o mundo inteiro acompanha os desenvolvimentos, enquanto a policia e a realizadora do programa Patty Fenn (Julia Roberts) tentam negociar com o sequestrador armado.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Crítica: Tomorrowland: Terra do Amanhã (Tomorrowland: A World Beyond) 2015


Brad Bird conhecido por ter realizado excelentes filmes de animação como The Incredibles ou Ratatouille traz agora ao grande ecrã a aventura de ficção cientifica Tomorrowland, baseada numa terra futurista que pode ser encontrada nos parques temáticos da Disney. A premissa parece bastante interessante - Frank e Casey viajam para um lugar algures no tempo e no espaço chamado Tomorrowland onde as suas acções afectam não só a si próprios, mas também o mundo - mas durante todo o filme por aqui nos ficamos e nada de muito especifico é apresentado acerca deste lugar especial.

Assim que o filme começa o personagem Frank (George Clooney) interage directamente com a camera e logo aí percebemos que iremos passar um bocado bem divertido, e a verdade é que durante todo o filme o interesse não se perde, mas no que toca à própria narrativa em si é que as coisas se tornam um pouco diferentes. Frank Walker (George Clooney) foi em tempos um menino prodígio que em 1964 entrou no mundo secreto de Tomorrowland (com a ajuda de uma perspicaz jovem) sendo mais tarde deportado de volta ao mundo real. Casey Newton (Britt Robertson) é a heroína da história, que graças a um misterioso pin, entra em Tomorrowland e tem a missão de salvar o mundo. Os dois irão juntar-se numa aventura que carrega consigo o peso daquilo que é a destruição ambiental e social da humanidade, algo que temos visto recorrentemente noutros filmes. A mensagem que passa é sem dúvida importante e nunca é demais lembrar, mas quer queiramos quer não, peca pela falta de originalidade.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Poster & Trailer: Tomorrowland


Ontem foram relevadas as primeiras imagens para Tomorrowland. O Sci-Fi misterioso e aventureiro realizado por Brad Bird (Missão Impossível - Operação FantásmaRatatouille ou The Incredibles) que chegará pelas mãos da Disney aos cinemas no Verão do próximo ano:



Em Tomorrowland veremos George Clooney  e Britt Robertson a viajar algures no tempo até um lugar onde as suas acções não só se reflectem no mundo real mas também neles mesmos. Certamente será um dos blockbusters mais esperados para o ano que vem. Hoje foi revelado o primeiro trailer. Aqui fica: 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Crítica: The Monuments Men (2014)


The Monuments Men era um dos meus filmes mais esperados para este ano. O que aconteceu é que os pobres comentários foram tantos que eu acabei por perder o interesse em ir vê-lo enquanto esteve em exibição nos cinemas por volta do inicio deste ano. Após estes meses finalmente tomei a decisão de vê-lo.

Eu sempre gostei de filmes relacionados com a Segunda Guerra Mundial, todas as histórias com base nela causam-me interesse por isso o meu interesse por este filme foi imediato, ainda com o acréscimo da quantidade de grandes nomes associados a ele. Mas como em muitos outros filmes o elenco não foi capaz de salvar o filme.

Este filme quer elogiar o trabalho dos valentes homens que andavam à procura de arte roubada por Hitler durante a guerra. Hitler roubou e escondeu uma grande quantidade de obras de arte famosas dos maiores pintores e artistas de sempre no mundo. Se Hitler perdesse a guerra já estava programada a destruição de todas essas obras de arte e um grupo de homens estava disposto a literalmente arriscar as suas vidas pela Arte! Se eles não tivessem sido bem sucedidos talvez hoje não tivéssemos algumas das incríveis obras de arte de todos os tempos.

Enquanto realizador deste filme George Clooney quer realçar este aspecto. Durante todo o filme sentimos que aqueles homens adoravam o que estavam a fazer, estando realmente comprometidos com a sua missão. O que Clooney não foi capaz de fazer foi mostrar mais momentos deste grupo enquanto equipa. Era preciso aprofundar mais os personagens e alguns precisavam de mais tempo de ecrã. Bill Muray, John Goodman, Cate Blanchett, Matt Damon, Jean Dujardin, todos eles não tiveram oportunidade de ter momentos brilhantes no filme. A parte romantizada do filme entre Matt Damon e Cate Blanchett precisava de mais profundidade. A química entre os dois foi óptima e surpreendentemente (e digo surpreendentemente porque é suposto nos focarmos na história de arte roubada) as suas cenas foram as que eu mais gostei.

O ritmo não é o melhor. Há momentos muito lentos onde perdi o interesse e comecei a distrair-me, felizmente como queria saber mais sobre o que estes grandes heróis fizeram, isso foi o que me ajudou a ficar focada até ao fim. Também senti que algumas cenas foram desnecessárias e outras que precisavam ser mais desenvolvidas foram deixadas para trás.

The Monuments Men não é o filme incrível que eu estava a espera, mas com uma grande história e grandes actores, só por isso merece um certo crédito. Certamente não é fantástico, mas pelo menos mostrou-nos um lado da Segunda Guerra Mundial que nunca foi explorado em filme antes, mesmo que infelizmente tenha sido pobre.






Classificação final: 2,5 estrelas em 5.

Alguns dos verdadeiros heróis desta história, intitulados como "The Monuments Men"