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sexta-feira, 2 de março de 2018

my (re)view: A Agente Vermelha (Red Sparrow) . 2018


Sotaques russos manhosos, dialogos mediocres e cenas desastrosas que arruinam completamente o efeito spy movie entre russos e os seus melhores amigos, os americanos. Red Sparrow deixa de lado o factor de tensão, recorrendo demasiado às cenas sexuais, mas usando de forma desleixada o factor de sensualidade que seria chave, visto abordar a história de uma prima bailarina do teatro de Bolshoi, que tem de se prestar a favores sexuais e de sedução a favor da pátria, e da familia, recebendo em troca estabilidade monetária para tratar da sua mãe doente. Jennifer Lawrence está a tornar-se um pequeno ódio de estimação. Para quem a achava um prodigio, levada pela onda hollywooodesca que lhe atribuiram quando surgiu nestas andanças, Lawrence é realmente muito bonita e interessante, mas sinto que este papel acabaria por resultar melhor noutra actriz. A sua quimica com Joel Edgerton é péssima, coisa que deveria ser o principal factor para o sucesso deste filme. Na verdade, não há momento algum em que o filme nos faça acreditar no que estamos a ver e ser previsivel não ajuda nada. São mais de duas horas de conteúdo superficial, que se vai tornando cada vez mais desinteressante, onde uma das melhores e mais intensas cenas, é protagonizada por Mary-Louise Parker, interpretando uma senadora americana alcoolica.

Classificação final: 2,5 estrelas em 5.

domingo, 24 de setembro de 2017

Crítica: Mãe! (Mother!) . 2017


Tal como o ponto de exclamação no final do seu título, Mãe! quer provocar, indignar, mostrar um forte objectivo. Darren Aronofsky é conhecido pela diferença e por querer sempre mostrar um lado mais metafórico e surreal dos temas, e este seu novo filme não é excepção. Mas Mãe!, claramente inspirado pelo estado do mundo actual, acaba na maioria das vezes por se tornar confuso e demasiadamente bizarro, ao invés de criar uma certa subtileza nas mensagens, atirando nos para todos os lados ao mesmo tempo.

Jennifer Lawrence é a jovem esposa de Javier Bardem, um escritor famoso que vive um imenso bloqueio de inspiração, há muito tempo aprisionado pela falta de criatividade. Eles vivem isolados, numa casa gigante que outrora foi completamente devastada por um incêndio que acabou por destruir quase tudo. Ao longo de um ano, Lawrence reconstroi dia-a-dia a casa, sentindo-se frustrada e infeliz, à espera de quando é que o marido volta a ter o seu momento de glória. Um dia Ed Harris bate à porta, no dia seguinte aparece a sua mulher Michelle Pfeiffer, e ao contrário do que Lawrence espera o marido convida-os para passar uma temporada lá em casa. Tal como ela, até nós ficamos confusos e começamos a suspeitar das atitudes repentinas do marido. Coisas estranhas começam a acontecer, numa roda interminável de comportamentos que não sabemos explicar.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Crítica: Joy . 2015


Porque é que David O. Russell continua a cometer os mesmos erros? Esta é a pergunta que de imediato persiste assim que Joy termina. Uma história que aparentemente pode parecer um pouco louca, mas que é na verdade baseada em factos verídicos. Forte nas interpretações, fraca no argumento.

No inicio do ano de 1990, Joy Mangano (Jennifer Lawrence), uma jovem mãe, tenta sustentar a sua família totalmente disfuncional, lidando todos os dias com os problemas dos outros, sem ter tempo para olhar para si. Quando inventa a Miracle Mop (uma esfregona que tem a capacidade de torcer sozinha através de um mecanismo pensado por si) a sua vida começa a dar uma reviravolta. Desta família fazem parte o ex-marido (Édgar Ramirez) que se recusa a sair da cave lá de casa, a mãe (Virginia Madsen) compulsiva que passa o tempo a ver telenovelas, o pai (Robert De Niro) que continua em busca do grande amor da sua vida, a meia-irmã (Elisabeth Röhm) que adora meter-se em tudo o que Joy faz e a avó Mimi (Diane Ladd), a única capaz de lhe dar o apoio moral e a responsável por fazer acreditar que um dia seria alguém importante. Todos estariam envolvidos no projecto da Miracle Mop e Joy não poderia imaginar as peripécias que isso lhe iria trazer. Um biopic charmoso, mas incapaz de impressionar.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Crítica: The Hunger Games: A Revolta - Part 2 (The Hunger Games: Mockingjay - Part 2) . 2015


Em 2012, a saga The Hunger Games, baseada nos best-sellers de Suzzane Collins chegava aos cinemas. Surpreendentemente mais inteligentes, sombrios e com mais conteúdo que as normais adaptações de literatura para jovens-adultos, a história chega agora ao fim, com um último filme bastante digno e satisfatório.

Agora que Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) é a líder da revolução que tomou conta de Panem, o Capitólio tem os seus dias contados. Katniss e os seus amigos rebeldes preparam-se para derrubar o President Snow (Donald Sutherland), arriscando as suas vidas, eles estão prestes a enfrentar todos os perigos que Snow lhes colocará no caminho, sempre com esperança e vontade de vencer na mente. No meio disto tudo Katniss continua a ter de lidar com os complicados sentimentos que nutre por Gale (Liam Hemsworth) e principalmente com Peeta (Josh Hutcherson), ainda perturbado com a captura e tortura por parte de Snow, no segundo filme Catching Fire.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Crítica: Serena 2014


Data de Estreia: 20-11-2014

A realizadora Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2010 (In a Better World), tinha todos os ingredientes necessários para criar um bom drama cheio de intensidade e suspense, mas ao invés disso, ficamos perdidos no meio de uma história que nunca chega a criar qualquer impacto em nós como seria suposto.

Passado durante a Grande Depressão na Carolina do Norte, George Pemberton (Bradley Cooper) dono de um grande império de madeira, já viu melhores dias no negócio e tudo se torna ainda mais complicado depois de conhecer a sua futura esposa Serena (Jennifer Lawrence), uma mulher exigente e um pouco perturbada que perde o controlo quando descobre que não pode ter filhos.

Amor, loucura e sentimento de perda são algo presente, mas que não têm a capacidade de carregar sobre o filme a atmosfera sombria e doentia que deveria ter. Vamos descobrindo que Serena é fortemente perturbada por um passado muito dificil de esquecer, mas como personagem principal da história não lhe é dada a atenção que a personagem requer, perdendo imenso tempo com assuntos relacionados com o negócio do marido, muitos deles com a sua importância derivado ao periodo histórico, mas relativamente subjectivos para aquilo que era suposto passar através de uma história que no fundo é muito triste e pesada.

Jennifer Lawrence e Bradley Cooper já provaram diversas vezes que são bons naquilo que fazem, mas o que é certo é que nem um nem outro consegue brilhar a cem por cento no filme. Todo o seu talento é desperdiçado, mesmo nas cenas mais intensas, seguidas de algo sem sentido que quebra totalmente a energia e um diálogo que é por vezes desleixado.

Não existe desenvolvimento de qualquer personagem, o que os torna desinteressantes e aquilo que sabemos sobre eles é pouco, imensas coisas ficam por explicar. Assim aos poucos, num filme que não tem o melhor ritmo e uma duração mais longa do que deveria, o interesse pela história vai se perdendo. Das melhoras coisas que o filme tem será talvez a cinematografia, com bonitas paisagens, num cenário bastante imponente no meio das montanhas.

Infelizmente os dois nomes sonantes e talentosos de Serena não foram o suficiente, nesta história pobremente desenvolvida onde tudo parece estar errado.






Classificação final: 2 estrelas em 5.

domingo, 23 de novembro de 2014

The Hanging Tree | The Hunger Games - A Revolta Parte 1



Uma das partes mais belas e tocantes de The Hunger Games - A Revolta Parte 1 é talvez a parte em que Katniss Everdeen canta está bonita "The Hanging Tree". A canção que irá ser um dos simbolos da Revolução contra o Capitólio.

E que bem que a Jennifer Lawrence se saiu a cantar, hein!?

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Crítica: The Hunger Games - A Revolta Parte 1 (The Hunger Games - Mockingjay Part 1) 2014


Data de Estreia: 20-11-2014

O Universo The Hunger Games continua assim este ano com o penúltimo filme da franquia The Hunger Games - A Revolta Parte 1. O ano passado o segundo filme foi uma autêntica surpresa, superando em muito o primeiro, mas todos sabemos como costuma ser o tipo de progressão destes filmes em que as expectativas por vezes vão se tornando mais fracas. O que é interessante é que contrariando isso, The Hunger Games vai continuando a surpreender e aqui nesta primeira parte d'A Revolta observamos um filme bastante sólido que quase foge ao género no qual se insere, conseguindo ser mais do que apenas um mero filme para adolescentes. Mais pesado e com uma atmosfera mais escura e por vezes hóstil, durante toda a história consegue ser empolgante e convincente, suportado por performances muito boas. 

Depois de Katniss ter posto termo aos jogos, ela encontra-se no Distrito 13 depois do seu Distrito (12) ter sido destruido. Ela é agora o simbolo maximo da Revolução que irá tentar por fim à ditadura do Capitólio. Ao mesmo tempo ela também irá tentar salvar Peeta, Johanna e Annie que foram capturados pelo Presidente Snow assim que os jogos terminaram.

Jennifer Lawrence é a alma destes filmes. Talvez sem uma performance como a dela, Katniss Everdeen não fosse aquilo que é. Lawrence consegue nos fazer acreditar de que aquele mundo existe, deitando de dentro de si todas as emoções mais profundas que possamos imaginar. Ela é uma daquelas actrizes que nem sequer precisa de abrir a boca para percebermos o que esta a sentir naquele momento e isso é fantástico. O saudoso Philip Seymour Hoffman, ao contrário da performance mais rigida que desempenhou em The Hunger Games - Em Chamas, encontra-se aqui muito mais descontraido, num papel mais relaxado. Elizabeth Banks precisa de mais papeis deste género, pois é super divertida interpretando Effie. Julianne Moore é sempre uma grandiosa escolha para adição de elenco e desta vez, também vemos em Josh Hutcherson uma performance muito mais profunda.

O desenvolvimentos dos personagens vem crescendo desde o primeiro filme, e é bom ir testemunhando as mudanças pelas quais passaram. Muito mais violento visualmente e psicologicamente mexe mais com a audiência, demonstrando a dor e frustração dos personagens ao longo da história. Também são de realçar todos os cenários, vestuário e banda sonora.

Tal como nos filmes anteriores, este continua a lidar com temas importantes como a liberdade, o controlo sobre um povo que vive em didatura, a esperança e a morte. Lidando de forma natural e sincera com todos estes temas, aceitando a tragédia nunca a transformando numa coisa bonita, mas sim em algo cru e possivel.

The Hunger Games - A Revolta Parte 1 é mais um blockbuster (como muitos que surpreenderam este ano) que conseguiu mostrar profundidade e inteligência no meio de todo o entretenimento. Irá certamente agradar a todas as idades. 

The Hunger Games - A Revolta Parte 2 irá por fim a este Universo para o ano, tendo estreia marcada exactamente para a mesma data, dia 20 de Novembro de 2015.  











Classificação final: 4 estrelas em 5.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Trailer: Primeiro para The Hunger Games: Mockingjay Parte 1


Ora aqui esta ele, o primeiro trailer para o penultimo capitulo da Saga The Hunger Games: Mockingjay Parte 1. Katniss irá tornar-se lider da Rebelião, enquanto Peeta está agora nas mãos do Presidente Snow. O filme tem data de estreia marcada para Portugal a dia 20 de Novembro de 2014.


Deixo aqui também um poster alternativo de que gosto bastante. Talvez demonstrando um lado mais sério e sombrio, até porque do primeiro para o segundo filme é evidente que a tensão e atmosfera escura da história vão aumentando. Só resta saber se continuará a melhorar de forma gradual, já que o segundo filme conseguiu superar o primeiro em todos os sentidos. O talento de Jennifer Lawrence à parte, pois já sabemos o dom da representação já nasceu com esta rapariga!!

domingo, 14 de setembro de 2014

Poster: Serena



Depois de muita espera foi finalmente revelado o poster para Serena. O filme baseado no Romance de Ron Rash com o mesmo nome e realizado pela realizadora Dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, In a Better World, em 2010. Nos principais papeis, e pela 3.ª vez juntos no ecrã estão Jennifer Lawrence Bradley Cooper.

O filme é passado durante a época da Grande Depressão e conta a história do casal, George e Serena Pemberton, que se mudam para as montanhas da Carolina do Norte com o objectivo de criar um negócio madeireiro. Serena descobre que não pode ter filhos e começa a ficar mentalmente afectada por essa situação.

Da minha parte, penso que poderemos esperar um filme com interpretações intensas, tendo em conta o calibre dos dois actores, quanto ao resto resta-nos esperar para ficar a saber.

O filme tem estreia marcada em Portugal para o dia 20 de Novembro de 2014. Com o poster saiu também o primeiro trailer. Aqui fica:

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Crítica: The Poker House (2008)


Este filme foi me recomendado até há muito pouco tempo atrás, pois não fazia ideia da sua existência.

A história de The Poker House está centrada em Agnes, uma adolescente que vive literalmente no inferno. Quando sua adolescência era suposta ser um dos mais felizes tempos da sua vida, tal como qualquer outro adolescente, ela tem que cuidar das suas duas irmãs mais novas, enquanto sua mãe, uma viciada em drogas, álcool e prostituta que não se preocupa com elas. Uma casa deve ser o lugar mais importante e seguro para qualquer criança. É o sitio onde se sentem bem e a salvo, mas este não é exactamente o caso destas três meninas.

As performances são muito boas e mais uma vez a incrível Jennifer Lawrence é capaz de tocar as nossas emoções. Ela fez um óptimo trabalho retratando Anges. Chloe Grace Moretz é tão adorável! Eu não sei ao certo que idade ela teria quando fez este filme, mas já aqui ela estava a mostrar as suas grandes habilidades de actuação. Selma Blair que interpreta a terceira irmã também foi muito boa.

O filme sofre de alguns problemas de enredo, mas as poderosas performances superam isso. O que eu gostei mais no filme é o sentimento de esperança de que ele nos deixa no final. A última cena é absolutamente doce e bonita e depois de termos visto um filme muito triste e deprimente ele é capaz de nos deixar com um sorriso no rosto.

Este filme é baseado numa história verdadeira. A verdadeira história da escritora e realizadora do próprio filme, Lori Petty.




Classificação final: 3,5 estrelas em 5.