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domingo, 27 de maio de 2018

my (re)view: Deadpool 2 . 2018


Holy f*#%$"! sh*t, é impossível não adorar Deadpool! Dentro de um nível completamente diferente de tudo aquilo que já vimos no cinema sobre super heróis, Deadpool é o perfeito anti-herói. Nunca esperei que esta sequela eleva-se a fasquia, mas que pelo menos a mante-se. Foi isso que aconteceu! É completamente impossível ver este filme sem um sorriso patético na cara o tempo todo! Ryan Reynolds é claramente dos melhores castings da história e para além das caras que ficaram conhecidas da primeira grande aparição de Wade Wilson no cinema, juntam-se agora ao grupo Josh Brolin que tem sempre tudo para ser um bom vilão, Zazie Beetz responsável pela elevada dose de girl power e também o jovem Julian Dennison que já tinha brilhado em 2016 num maravilhoso indie de Taika Waititi, The Hunt for the Wilderpeople, que aposto que foi um peso enorme para a escolha deste papel. O que eu mais gosto em Deadpool é que nunca segue regras e aproveita ao máximo as escolhas menos inteligentes a nível de argumento para fazer pouco disso mesmo, tornando o que é banal em algo mais cool e arriscado. Engane-se quem pensar que Deadpool não tem sentimentos, pois desta vez vemos o seu lado mais sentimental e profundo, com uma componente mais sombria e emocional, mas que por sua vez proporciona por isso mesmo momentos ainda mais gloriosos e cheios de acção, ou não fosse o seu realizador, David Leitch também ele responsável por John Wick. Está também bastante presente o conceito de família, união e amizade que não encontrávamos no primeiro filme. É raro quando uma sequela ultrapassa a qualidade do filme original, mas é certo que este não desaponta. Um elenco peculiar, para personagens peculiares, que resulta na perfeição onde Reynolds steals the show com uma perna às costas.

Classificação final: 4 estrelas em 5.

domingo, 3 de setembro de 2017

flash review : The Hitman's Bodyguard . 2017


The Hitman's Bodyguard, de Patrick Hughes (2017)

Com uma premissa como a deste filme é certo que podemos apenas esperar, nada mais do que diversão. Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson são os tipos perfeitos para dupla de filme do género, quase como se o cinema estivesse a pedir uma versão nova de Riggs e Murtaugh, cujo ritmo é inigualável, mas a tentativa desse objectivo, não é totalmente má. O carisma de ambos faz com que o fraco argumento se torne tolerável e a gargalhada seja fácil. Joaquim de Almeida faz de Joaquim de Almeida, Gary Oldman até dá dó vê-lo nisto e a Salma Hayek está fabulosa no seu mini-role. Perdi a conta de quantas vezes ouvi a palavra motherfucker, mas se formos bem a ver, é disto mesmo que o filme vive. Asneirada constante uma atrás da outra, mas os dois tipos com pinta arrebitam toda a coisa!

Classificação final: ★★½

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Crítica: Deadpool . 2016



Muito se tem falado de Deadpool e a verdade é que a campanha de marketing tem sido incrível. Por isso mesmo, começou aos poucos a surgir aquela desconfiançazinha de que o resultado final poderia desapontar bastante. A verdade é que o filme é realmente bom, divertido e acima de tudo diferente dos filmes de super-heróis do costume. Tim Miller aventura-se na realização da melhor forma possível, com Reynolds a brilhar por si só.

Nas ruas de Nova Iorque, Wade Wilson (Ryan Reynolds) é um emblemático mercenário, que passa os seus dias a proteger os indefesos que recorrem aos seus serviços. Após mais uma noite de trabalho, conhece a sua alma gémea, a então prostituta Vanessa Carlysle (Morena Baccarin). Passado um ano a viver um romance, Wade descobre que sofre de cancro terminal, e a proposta para um tratamento que promete dar-lhe habilidades de super-herói parece irrecusável. Deixando Vanessa para trás, na esperança de um regresso breve, Wade cai nas mãos de Francis Freeman (Ed Skrein) que o submete a processos extremamente dolorosos, um deles, o que o viria a tornar imortal, deixando-o desfigurado por todo o seu corpo. Decidido a aceitar os seus poderes, Wade quer recuperar o amor, enquanto isso vai mostrando todo um peculiar humor e personalidade, deixando o seu comportamento goofy bem vincado desde o primeiro minuto. Assim que os créditos inicias começam a rolar, sabemos que estamos prestes a assistir à história de um super herói diferente, espalhando todo o seu charme sobre nós.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Crítica: Outro/Eu (Self/Less) . 2015



O conceito da juventude eterna é mais uma vez explorado no grande ecrã. Outro/Eu, de Tarsem Singh (Mirror Mirror, Immortals), é um thriller de ficção-cientifica que pretende analisar a ideia de uma mente saudável ser introduzida num corpo jovem. Infelizmente a má estrutura da narrativa e a predictabilidade da história fazem com que todos os momentos relevantes o tornem num filme vulgar.

Quando o milionário Damian Hayes (Ben Kingsley) é diagnosticado com um cancro terminal, encontra um cartão de uma misteriosa empresa que proporciona aos seus clientes a possibilidade de transferir a sua consciência para um corpo jovem (Ryan Reynolds) e perfeitamente saudável, através de um processo chamado "shedding" coordenado pelo professor Albright (Matthew Goode). Já a viver na sua nova pele, Damian começa a descobrir que afinal nem tudo é como pensava e cada vez mais detalhes e segredos sobre a sua nova condição são desvendados. O pior é que na tentativa de enveredar por caminhos mais filosóficos, coisas essenciais ficam a faltar, guiando a história por caminhos pouco originais e previsíveis que lhe tiram todo o suspense.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Crítica: Mulher de Ouro (Woman in Gold) . 2015


Mulher de Ouro é o filme baseado na história verídica de Maria Altman (Helen Mirren), uma refugiada judia a viver em Los Angeles, do seu advogado Randy Schoenberg (Ryan Reynolds) e da luta que viveram em conjunto para reclamar ao governo Austríaco um famoso quadro de Gustav Klimt - Portrait of Adele Bloch-Bauer I - retrato que pertencia à sua tia, e que foi confiscado à família pelos nazis durante a Segunda Guerra Mundial.

Sempre tive particular interesse por histórias inseridas no período histórico da Segunda Guerra, todas elas continuam a impressionar e por mais vezes que sejam contadas ou recontadas no cinema, das mais variadas maneiras, acaba por ser sempre relevante relembrar um dos piores momentos que o mundo alguma vez já viveu. Esses filmes tornam-se estranhamente pessoais (mesmo que não haja razões para tal) e a emoção que causa no espectador é o mais importante. Mulher de Ouro falha precisamente nesse aspecto. Apesar de ser sem dúvida uma história interessante, a narrativa mal estruturada e os acontecimentos apressados e por vezes tão óbvios, quebram a emoção pretendida.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Crítica: As Vozes (The Voices) 2014


É bastante raro quando um filme consegue ser bem sucedido misturando imensos estilos diferentes numa história só. O que é curioso acerca de As Vozes é que essas misturas aparentemente estrambolicas resultam na perfeição. O filme tem a capacidade de ser divertido e encantador, mas ao mesmo tempo obscuro e surreal, e o facto de misturar a ficção com um assunto sério como a esquizofrenia, faz com que se torne ainda mais interessante.

Jerry (Ryan Reynolds) trabalha numa fabrica de banheiras de uma cidade pequena e acaba de sair de uma instituição psiquiatrica. Ele é aparentemente um rapaz pacato e muito educado, mas todos desconhecem a sua condição e nem desconfiam que é seguido por uma terapeuta (Jacki Weaver) que o tenta orientar nesta nova fase da sua vida.