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quinta-feira, 17 de março de 2016

Crítica: Orgulho, Preconceito e Guerra (Pride + Prejudice + Zombies) . 2016


Ora, estamos perante uma mistura improvável. De um lado temos Pride and Prejudice de Jane Austen, um dos mais conhecidos e aclamados romances de todos os tempos. Do outro, temos zombies. Orgulho, Preconceito e Guerra é o mashup baseado no livro de Seth Grahame-Smith, que mistura elementos do clássico de Austen, com a comédia e o terror de algumas histórias mais conhecidas de zombies. Adaptado ao cinema pelas mãos de Burr Steers, o resultado final fica muito aquém das expectativas.

Algures num universo paralelo, o período da Regência em Inglaterra é invadido por uma praga de zombies que aterrorizam o dia-a-dia de todos. A irreverente Elizabeth Bennett (Lilly James) e as suas quatro irmãs, vivem no campo com os seus pais e são altamente treinadas em artes marciais, preparadas para enfrentar a eminente praga do exército zombie. Quando o jovem abastado Charles Bingley (Douglas Booth) se apaixona por uma das irmãs Jane (Bella Heathcote), Elizabeth cai nos encantos de Mr. Darcy (Sam Riley) um dos maiores caçadores de zombies na região, mas também um dos homens mais presunçosos, arrogantes e vaidosos da região. Enquanto negam a atracção um pelo outro, os ataques surpresa vão sendo cada vez mais recorrentes, e pelo meio do clássico que todos conhecemos (ou pelo menos já ouviram falar), lá vêm os mortos vivos à baila.


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Trick or Treat? Happy Halloween!


Para toda a comunidade cinéfila (e não só) esta é considerada a season perfeita para rever ou descobrir o que de melhor se faz no cinema de terror. Com inúmeras opções dentro do género - do gore, à comédia, do suspense, ao trash - o terror continua a fascinar muita gente e a fazer novos e fieis adeptos. Na noite em que se celebra o Halloween aqui ficam (apenas) alguns dos meus filmes preferidos do género como recomendação.

» What We Do In The Shadows, de Jemaine Clement & Taika Waititi (2014)

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Crítica: Turbo Kid . 2015


Em 1997, num suposto futuro pós-apocalíptico, onde a água é o recurso mais poderoso, um órfão apelidado de The Kid (Munro Chambers), passa os seus dias a vaguear de bicicleta pela cidade tentando encontrar objectos de valor para que possam ser trocados por bens mais preciosos. Um dia dá de caras com uma jovem bem peculiar chamada Apple (Laurence Leboeuf), com quem começa a nutrir uma relação de afectividade, coisa que não sabe o que é desde que perdeu os seus pais. A cidade é liderada por Zeus (Michael Ironside), e as suas regras sempre prevalecem, mas a bravura e imaginação de The Kid irão leva-lo mais além, travando uma batalha épica e mudará para sempre a vida de todos os seres que habitam aquelas terras.

Claramente influenciado pelos anos 80, mistura elementos retro com o toque moderno que os recursos actuais do cinema lhe podem dar. A sua cinematografia é absolutamente deslumbrante e a atmosfera intrigante, num mundo onde cowboys, vilões desgovernados, dinossauros, robots e super poderes existem, todos bem acompanhados por uma banda sonora à la John Carpenter style. Há claramente algo de Max Rockatansky em The Kid, e a estrutura da história está definitivamente colada aquilo que George Miller fez nos Mad Max, mas conseguimos facilmente olhar para ele como uma forma vibrante, colorida e absolutamente louca de retratar um mundo semelhante a esse. O humor é usado em grande dose, e o gore em excesso, mas tudo sempre contribuindo para nossa diversão, chegando a satirizar, por vezes em exagero os particulares b-movies.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Wes Craven (1939-2015) .


A grande lenda americana do cinema de terror, Wes Craven, faleceu ontem dia 30 de Agosto, aos 76 anos de idade. Conhecido pela realização e escrita de filmes de culto como A Nightmare on Elm Street ou a franquia Scream, foi grande influência no género, aterrorizando todos com a criação de assassinos psicoticos que ainda hoje causam grande impacto. Apesar de serem estas as suas obras mais faladas, Craven também foi responsável por filmes como The Last House on the Left, The Hills Have Eyes, ou Red Eye, e esteve também ligado à escrita e produção de muitos outros dentro do género.

Presto aqui a minha pequena homenagem a este grande nome e influência, que deixa um vazio no mundo do cinema. Foram muitas as vezes que em miúda, Freddy Krueger me atormentou o sono, e a máscara e enredo de Scream foi motivo de brincadeira na escola. Memórias que ficaram guardadas, mais especiais ainda para quem é fã de cinema. Será sempre lembrado com saudosismo e as suas obras sempre marcadas na história do cinema.

Thank you, Wes Craven.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Crítica: Massacre no Texas (The Texas Chainsaw Massacre) . 1974


Review presente na edição nº40 (Verão) da 

Clássico intemporal do género de Terror, The Texas Chainsaw Massacre, de Tobe Hooper, é um marco na história do cinema, continuando ainda nos dias de hoje a ser fonte de inspiração para muitos outros realizadores devido ao impacto que sempre causou.

Dois irmãos decidem viajar até ao Texas para se certificarem que o túmulo do seu avô se encontra em plenas condições, depois de terem ouvido no rádio que o cemitério da região andava a ser alvo de actos de vandalismo. Na viagem levam consigo mais três amigos, o namorado da irmã e um casal amigo. Enquanto preparam tudo para se instalar ao chegar à propriedade da família, o casal entra numa casa nas proximidades para pedir combustível, e logo se depara com a crueldade o famoso e emblemático Leatherface. O que se segue podemos de imediato imaginar. O pesadelo estava prestes a começar, quando afinal se tratava da casa de uma velha família de canibais loucos que usam dos recursos mais macabros e sinistros para capturar e depois transformar as suas vítimas em banquete.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Crítica: Vai Seguir-te (It Follows) . 2014


O terror não é dos géneros em que me sinto mais a vontade. Para além de ser o que vejo menos, é difícil sentir-me surpreendida e satisfeita cada vez que aparece um "novo" filme dentro do género. E se hoje em dia a originalidade já é difícil de encontrar, acho que é ainda mais complicado quando se trata de terror em particular. Mas o uso de ideias similares vezes e vezes sem conta ao longo do tempo, acabam por fazer com que filmes como It Follows se tornem bastante especiais.

Desde o inicio do filme que percebemos que estamos prestes a assistir a algo extremamente envolvente e misterioso. Uma rapariga corre desesperadamente pelas ruas do seu bairro, como se alguém que não conseguíssemos ver a perseguisse. Entra no seu carro e em tamanha aflição vai até uma praia, onde sozinha e em autêntica agonia faz aquele que seria o último telefonema da sua vida. Na manhã seguinte está morta, deixando no ar o feeling de que outros estão para morrer e rapidamente conhecemos a jovem Jay (Maika Monroe) que depois de ter relações com um rapaz que conheceu à relativamente pouco tempo, vê a sua vida transformada num autêntico inferno.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Crítica: As Vozes (The Voices) 2014


É bastante raro quando um filme consegue ser bem sucedido misturando imensos estilos diferentes numa história só. O que é curioso acerca de As Vozes é que essas misturas aparentemente estrambolicas resultam na perfeição. O filme tem a capacidade de ser divertido e encantador, mas ao mesmo tempo obscuro e surreal, e o facto de misturar a ficção com um assunto sério como a esquizofrenia, faz com que se torne ainda mais interessante.

Jerry (Ryan Reynolds) trabalha numa fabrica de banheiras de uma cidade pequena e acaba de sair de uma instituição psiquiatrica. Ele é aparentemente um rapaz pacato e muito educado, mas todos desconhecem a sua condição e nem desconfiam que é seguido por uma terapeuta (Jacki Weaver) que o tenta orientar nesta nova fase da sua vida.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Crítica: O Que Fazemos Nas Sombras (What We Do In The Shadows) . 2014


Os vampiros também se adaptam aos tempos modernos. What We Do In The Shadows mostra-nos um grupo de quatro vampiros que partilham um apartamento e tentam viver uma vida "quase" normal dentro das possibilidades, quando afinal de contas se é um vampiro. Uma brilhante comédia em jeito de mockumentary (para quem não sabe, este é um estilo de filme onde personagens e situações ficcionais são apresentadas em género de documentário para parodiar acontecimentos) que se revela uma das melhores de 2014, se não a melhor.

Os três actores principais são fantásticos. Os vampiros Viago, Deacon e Vladislav têm diferentes personalidades e peculiares referências e a maneira como cada um dos actores as interpreta faz com que cada um brilhe à sua maneira. Muito mais do que aquilo que é dito, a parte corporal explorada pelos actores é notável. Expressões faciais e certas atitudes fazem com que muitas das vezes larguemos imensas risadas mesmo sem abrirem a boca.

Apesar de não existir propriamente uma história, no caso deste filme isso é um aspecto que acaba por não ser realmente importante. Aqui o objectivo era mesmo assistir a situações hilariantes - muitas delas absurdamente estupidas - que deixam qualquer um bem disposto. Com referências a filmes como Twilight ou Blade, tal como a presença de zombies e lobisomens só poderia resultar em momentos de pura diversão e sátira, mas onde curiosamente também tenta passar algumas mensagens de crítica à sociedade, subtilmente tocando em temas como a discriminação por exemplo.

Absolutamente refrescante, inteligente e divertido, What We Do In The Shadows é sem dúvida um bocado bem passado, recheado de grandes gargalhadas.


Classificação final: 4,5 estrelas em 5.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Trailer: Crimson Peak


Depois do enorme sucesso de Pacific Rim, Guillermo del Toro está de volta com Crimson Peak, um filme de terror passado na Inglaterra do século XIX. Guillermo del Toro afirmou que este é um filme muito diferente de tudo aquilo que fez em língua inglesa, com um tom muito mais assustador, à semelhança do que já fez nos seus filmes de língua espanhola. Para além da realização, del Toro, também escreveu o argumento como já é habitual nos seus filmes.

O elenco principal conta com Mia Wasikowska, Tom Hiddleston, Jessica Chastain e Charlie Hunnam

O filme tem estreia prevista para Outubro de 2015.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Evil Dead | Ash está de volta!


Foi finalmente confirmado que Sam Raimi e Bruce Campbell estão de volta para uma série que dará continuidade a The Evil Dead, uma das mais emblemáticas trilogias de Terror de todos os tempos! Eles estão de volta em 2015 para uma Série de 10 episódios em jeito de sequela, que irá ter o nome de Ash vs. Evil Dead

Passados 23 anos depois do último filme, a série irá seguir o que está a acontecer na vida de Ash Williams passados todos estes anos. Uma praga "Deadite" (para quem não sabe, são demonios do mal, que aparecem nos filmes da trilogia) ameaça toda a Humanidade e parece que o herói Ash irá dar uma ajudinha a dar conta deles.


Não faço ideia do que esperar, mas mesmo que a série não corra da melhor maneira, será impossivel arruinar uma das minhas trilogias preferidas de sempre e como fan só me resta dizer isto:

sábado, 8 de novembro de 2014

Crítica: Cornos (Horns) 2014


Data de Estreia: 06-11-2014

Daniel Radcliffe tem feito um óptimo esforço para se "descolar" do personagem que esteve associado a si durante muito anos, Harry Potter. O seu trabalho está a ser muito bem sucedido e ele prova constantemente o seu valor como bom actor que é. Em Cornos, mais uma vez ele prova as suas boas capacidades de interpretação e perante um filme pobre e bastante inconsistente.

Depois da misteriosa morte da adorável Merrin (Juno Temple), o seu namorado Igg (Daniel Radcliffe) é o principal suspeito da sua morte. Não foi ele que a matou, mas toda a cidade está a fazer-lhe a vida num autentico inferno. Um dia quando acorda, algo de muito estranho acontece. Nasceram-lhe cornos nas têmporas. 

No que toca a aspectos técnicos não há nada a apontar. Os efeitos especiais são decentes e o trabalho de camera é bem executado. Quanto à história, consegue ser interessante até à primeira meia hora de filme, explorando a parte criminal, com uma atmosfera de suspense e interessantes elementos sobrenaturais, mesmo que estes sejam por vezes um pouco descabidos. Com o decorrer da história a sua qualidade vai decrescendo, tornando-se cada vez mais absurdo. Por vezes parece que está a tentar passar a imagem de "B-Movie", mas se essa era a intenção, não foi de todo bem conseguido.

As personagens não são de todo bem desenvolvidas. A maior parte dos actores têm uma atitude bastante relaxada, quase que parece que não queriam estar ali. Só Daniel Radcliffe é que consegue colocar alguma luz neste projecto mal conseguido. A sua interpretação é a unica coisa que se safa no meio de tudo.

Cornos é forte candidato a ser dos piores filmes do ano. Quando chegamos ao fim não conseguimos perceber se acabamos de assistir a um filme de suspense, de terror, de ficção cientifica ou fantasia. Uma enorme trapalhada.





Classificação final: 1 estrela em 5.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

MOTELx - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa


Entre os dias 10 e 14 de Setembro de 2014 chega a 8.ª Edição do MOTELx - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa que irá decorrer no Cinema São Jorge e em parte (para os mais pequeninos ou não) no Palácio Foz - Cinemateca Júnior. Nele podemos assistir aquilo que de melhor se fez este ano no Cinema de Terror, mas não só. Também irão haver algumas retrospectivas de realizadores, convidados especiais, workshops, masterclasses, debates, entre outras actividades.

Dividido por 8 Secções: 

Serviço de Quarto | Onde se dará destaque às novidades, filmes deste ano na sua maioria. Com maior destaques este ano estão nomes como Life After Beth, Coherence, Oculus, The Raid 2, Bad Milo! ou The Babadook.

Curtas Internacionais | Uma lista repleta de curtas metragens dos quatro cantos do mundo.

Doc Terror | Que tal como o nome indica contêm três documentários: Doc of the Dead, Rewind This! e That Guy Dick Miller. Todos eles dos EUA.

Retro Brian Yuzna | Contará com três filmes do realizador das Filipino. Society, Bride of Re-Animator e The Dentist.

Retro Álex de la Iglesia | Contará com outros três filmes do realizador do País Basco. The Day of The Beast, Commom Wealth e Witching & Bitching.

Quarto Perdido | Dando destaque ao Cinema de Terror que se faz em Portugal.

Lobo Mau | A secção destinada ao público mais jovem, que passará três classicos da Disney: Branca de Neve e os Sete Anões, Fantasia e Pinóquio. Esta parte do festival decorrerá no Palácio Foz - Cinemateca Júnior.

Sessões Especiais | Gremlins, The Dance of Reality e o Episódio 1 da 7.ª Temporada da serie True Blood.

O MOTELx prepara-se para mais uma gradiosa edição este ano. É com muita pena minha que provavelmente este ano não vou conseguir dar um saltinho até lá, mas vou fazer os possiveis. Se entretanto conseguir, também partilharei por aqui :)

Para informação mais detalhada consultem o site: http://www.motelx.org 

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Crítica: The Cabin in the Woods (2012)


O terror é um género que está super saturado, vemos as mesmas histórias sem conta e este filme tem de ser admirado pela sua criatividade. The Cabin in The Woods tem definitivamente uma das histórias mais originais de um filme de terror de todos os tempos. O conceito é muito bom, mas eu não estou tão certa quanto a todos os outros aspectos do filme... 

Eu não consigui perceber se as performances foram apenas pobres ou se esse era o propósito. Também não consegui perceber se a maioria das cenas eram simplesmente estúpidas ou se também era esse o propósito... Pois podemos olhar para este filme como sendo uma sátira aos filmes de terror. Bem, nem sei, a verdade é que no fim eu nem sequer sabia se tinha gostado de o ver ou não e isso não é um bom sinal... 

Muitas pessoas adoram este filme e ainda bem, mas eu acho-o muito estranho, muito bizarro e para mim acabou por não ser assim tão surpreendente como eu pensava que seria depois de ter lido comentários incríveis sobre esta história. 

Peço desculpa a todos os fãs deste filme (sei que são muitos), eu respeito e consigo entender porque muitos adoraram, mas infelizmente para mim ele simplesmente não funcionou tão bem.






Classificação final: 2,5 estrelas em 5.