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terça-feira, 4 de outubro de 2016

Crítica: Um Editor de Génios (Genius) . 2016


Não é muito comum vermos uma história sobre literatura, acerca de quem geralmente passa despercebido durante o processo de criação de uma obra escrita. Realizado por Michael Grandage, baseado em factos verídicos, Um Editor de Génios conta a história da relação entre o editor Maxwell Perkins e Thomas Wolfe, duas das figuras mais importantes da literatura norte americana. Infelizmente não é suficientemente forte, interessante e coerente.

Maxwell Perkins (Colin Firth), um dos editores literários mais conhecidos de sempre - responsável por ter descoberto autores como Ernest Hemingway e F. Scott Fitzgerald - conhece o excêntrico Thomas Wolfe (Jude Law) estaria longe de imaginar que estava perante mais uma das suas significativas descobertas literárias. A frenética relação profissional entre os dois vai ficando cada vez mais forte, e a constante interacção no trabalho iria transformar-se numa grande amizade que irá também interferir na vida pessoal que cada um. Aqui seguimos o percurso criativo, não da criação narrativa em si, mas da estruturação dos romances de Wolfe, e do papel fundamental que Perkins teve, contribuindo em muito para o sucesso e reconhecimento de Wolfe, inicialmente rejeitado mundo da literatura.