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quinta-feira, 19 de março de 2015

Crítica: Cinderela 2015


Todos estão familiarizados com este clássico intemporal da Walt Disney. Cinderela é talvez das mais reconhecidas histórias, contadas e recontadas imensas vezes ao longo do tempo, contando com muitas referências e vários apontamentos em outros filmes.

A frescura, simplicidade e honestidade com que nos é apresentada esta versão live-action de Kenneth Branagh, faz com que tenha um brilho especial. Sem alterações na história original os factos são retratados tal e qual como os conhecemos.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Crítica: Caminhos da Floresta (Into the Woods) 2014


Data de Estreia: 01-01-2015

Rob Marshall o conhecido coreografo e realizador vencedor de um Oscar em 2002 com Chicago, traz agora ao grande ecrã mais um musical. Caminhos da Floresta, baseado no musical da Broadway de Stephen Sondheim com o mesmo nome, é passado num mundo de Contos de Fadas dos Irmãos Grimm, onde alguns dos seus contos se cruzam com a trama principal da história que envolve um casal sem filhos, amaldiçoado por uma bruxa vingativa.

Com uma boa e energética introdução, consegue apresentar uma certa lógica quando liga numa só história um leque de personagens de contos de fadas, como Capuchinho Vermelho, Cinderela ou Rapunzel, e durante a primeira hora de filme tem a capacidade de nos entreter e prender através de uma boa dinâmica, canções divertidas e algum humor negro à mistura. O problema é que tudo o que até à altura era capaz de ser interessante se perde no meio de um enredo trapalhão, onde aos poucos nos cansamos dos personagens que vão deixando de ter o mesmo interesse a partir do momento em que as suas histórias individuais mudam consoante elementos adicionais, que não fazem parte daquilo que sabemos sobre cada uma das histórias.

Emily Blunt e James Corden conseguem demonstrar uma boa química enquanto casal, mas o seu desespero de não poder ter filhos não é profundamente analisado. Chris Pine, como Principe Encantado, consegue roubar o protagonismo em todas as suas cenas, numa performance bastante divertida, talvez a melhor do filme. Johnny Depp, tem pouquissimo tempo de ecrã e não mostra nada de especial. Meryl Streep, não desaponta numa performance honesta. Os dotes vocais de todo o elenco são notórios e há alguns bons momentos de cantoria, divertidos e também emocionalmente poderosos. 

No que toca a aspectos técnicos, nada há a apontar. Cenários, guarda roupa, caracterização e cinematografia bastante bem conseguidos. Visualmente, muito luminoso e ao mesmo tempo sombrio, transparece aquilo que a "Floresta" faz a todos que por ela passam. O que tem de bonito, também tem de mau e sinistro. Mas enquanto o realizador se perdia com efeitos especiais os personagens não exploram a cem por cento todas as suas emoções.

Parece que está na moda fazer adaptações, reinventando histórias bem conhecidas do público, com finais alternativos, diferentes daquilo que estariamos à espera. O final não usual neste tipo de história poderá não ser uma mais valia, mas acredito que mesmo assim será capaz de agradar a muitos.

Caminhos da Floresta acaba por ser inconsistente, perante uma história demasiado longa onde o interesse pelos personagens se perde. Entre muitos altos e baixos, a magia vai-se perdendo gradualmente.









Classificação final: 2,5 estrelas em 5.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Crítica: Big Hero 6 - Os Novos Heróis (Big Hero 6) 2014


Data de Estreia: 18-12-2014

Big Hero 6 - Os Novos Heróis é a mais recente animação da Walt Disney Pictures, dos criadores de Wreck-It Ralph e Frozen, é inspirado numa banda desenhada da Marvel sobre uma equipa de super-heróis com o mesmo nome. Nele seguimos Hiro Hamada, é um menino prodigio de 11 anos, com uma inteligência muito acima de um menino da sua idade. Ele adora tecnologia e a ligação emocional que irá criar com um robot chamado Baymax vai ensinar-lhe algumas lições sobre o amor, amizade e espirito de equipa. Mais tarde, Hiro e mais quatro amigos, com a ajuda de Baymax irão formar então uma equipa de super-heróis.

É claro que os personagens principais da história são Hiro e Baymax, e são eles quem têm mais destaque, mas já que o filme se refere aos outros quatro membros "Big Hero 6" não lhes é dada a atenção devida. Podiam ter sido mais desenvolvidos e aproveitados. Baymax é sem dúvida o melhor do filme, ele é um personagem absolutamente doce e engraçado e toda a parte cómica do filme está praticamente entregue a ele, proporcionando os momentos mais divertidos. Outra das mais valias é um vilão forte, que consegue manter o suspense à cerca da sua pessoa até ao fim.

Um dos pontos mais fortes é sem dúvida a parte visual que está absolutamente bem feita. Apesar de hoje em dia ser dado destaque ao 3D, aqui ele é praticamente desnecessário, pois podemos usufruir da sua beleza visual também em 2D. Passado na cidade futurista de San Fransokyo (uma mistura da cidade de São Francisco e Tokio), o design é realmente interessante e creativo pois mistura as caracteristicas mais importantes de cada uma das cidades.

Temos de olhar para ele como filme de animação que é, pois o público alvo são as crianças, mas o uso de alguns clichés habituais não traz nada de novo e alguma predictabilidade faz com que não haja qualquer factor surpresa. Por outro lado algumas das mensagens que passa são extremamente importantes e o facto de lidar também o tema da morte de forma instrutiva é importante para o público jovem.

Um filme para todas as idades, que acaba por ganhar pontos a nivel visual e não tanto a nivel de história, mas os super-heróis estão mais que na moda e estou certa de que os mais pequenos também querem ver adaptado em versões mais leves histórias de aventuras como estas, em filmes cheios de super poderes.








Classificação final: 3 estrelas em 5.