Ser DJ está mais que na moda e Hollywood já tinha em falta o filme do género para integrar as sempre badaladas estreias de Verão. De co-apresentador do programa Catfish da MTV, directamente para o grande ecrã, Max Joseph estreia-se na realização com este drama sobre o mundo da noite e da música electrónica, seguindo um jovem que luta pela sua primeira grande chance no panorama musical.
Cole (Zac Efron) é um jovem DJ de 23 anos que sonha um dia vir a ser um grande produtor musical. Quando conhece um famoso e experiente DJ (Wes Bentley), que rapidamente se torna uma espécie de mentor, Cole apaixona-se pela sua namorada, Sophie (Emily Ratajkowski). Como podem imaginar, perante uma premissa que tem tudo menos de original, o que está para vir é mais que evidente. Num instante, Nos Somos Teus Amigos, transforma-se na história de sonho que muitos adolescentes desejam hoje em dia. O pior é que não passa de uma desilusão, graças ao argumento que pretende ser extremamente significativo, tentando passar mensagens forçadas e politicamente correctas. Ao mesmo tempo e muito estranhamente, consegue por vezes ser ambíguo em algumas das questões que aborda. Mas afinal ser DJ é cool, ou não? As vezes, parece que sim. Outras vezes, parece que não.
Cole (Zac Efron) é um jovem DJ de 23 anos que sonha um dia vir a ser um grande produtor musical. Quando conhece um famoso e experiente DJ (Wes Bentley), que rapidamente se torna uma espécie de mentor, Cole apaixona-se pela sua namorada, Sophie (Emily Ratajkowski). Como podem imaginar, perante uma premissa que tem tudo menos de original, o que está para vir é mais que evidente. Num instante, Nos Somos Teus Amigos, transforma-se na história de sonho que muitos adolescentes desejam hoje em dia. O pior é que não passa de uma desilusão, graças ao argumento que pretende ser extremamente significativo, tentando passar mensagens forçadas e politicamente correctas. Ao mesmo tempo e muito estranhamente, consegue por vezes ser ambíguo em algumas das questões que aborda. Mas afinal ser DJ é cool, ou não? As vezes, parece que sim. Outras vezes, parece que não.
