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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Crítica: Caça-Fantasmas (Ghostbusters) . 2016


Who you gonna call? Paul Feig. Existem filmes difíceis de reciclar, quando a legião de fãs é demasiado maciça, sendo mais fácil vê-los quando simplesmente não estamos tão apegados ao original e à nostalgia que ele nos poderá trazer. Este remake do clássico dos anos 80 Ghostbusters, é a versão feminina que pretende apenas divertir acabando por homenagear aquela que é a sua verdadeira inspiração.

Quando o livro sobre o paranormal das cientistas Abby Yates (Melissa McCarthy) e Erin Gilbert (Kristen Wiig) se torna um enorme fracasso, as apaixonadas pelo desconhecido - especificamente por almas do outro mundo - decidem tomar rumos diferentes nas suas carreiras profissionais. Enquanto Yates continua ligada aos estudos do oculto com a ajuda da peculiar engenheira Jillian Holtzmann (Kate McKinnon), Gilbert segui a carreira universitária como professora de física. Quando as três testemunham a aparição de um fantasma numa casa assombrada em Nova Iorque, e à medida que as aparições começam a ser mais recorrentes por toda a cidade, decidem formar o negócio "Caça-Fantasmas" destinado a por fim às almas que pretendem atormentar o dia-a-dia do cidadão comum. A elas juntam-se Patty Tolan (Leslie Jones), uma trabalhadora do metro à procura de um pouco mais de acção na vida e Kevin (Chris Hemsworth) o recepcionista com falta de inteligência. O grupo fará de tudo para proteger a cidade de uma eminente e grave ameaça fantasma que poderá por em causa a segurança de todos!

sexta-feira, 25 de março de 2016

Crítica: O Diário de uma Rapariga Adolescente (The Diary of a Teenage Girl) . 2015


Poderia ser apenas mais um simples coming-of-age que já vimos muitas outras vezes, mas o seu tom refrescante e descontraído torna-o diferente, quando não se importa com as consequências mostrando com honestidade o que é aprender a crescer.

Em São Francisco dos anos 70, com o movimento hippy no seu auge, conhecemos Minnie Goetze (Bel Powley) uma adolescente de 15 anos que sonha vir a ser uma cartonista famosa. Quando sente um forte despertar para a sexualidade, Minnie tem apenas uma ideia em mente: perder a virgindade. O impulso de começar a vida sexual toma conta do seu dia-a-dia, mas existe ao mesmo tempo uma certa falta de auto-confiança. Encorajada pela mãe Charlotte (Kristen Wiig) a soltar-se mais e tentar relacionar-se com rapazes, Minnie começa a sentir-se fortemente atraída por Monroe (Alexander Skarsgard) o namorado da sua mãe. Completamente desesperada por afectos, Minnie está disposta a perder a virgindade a qualquer custo e começa a ter um caso com Monroe, o que poderá desencadear inúmeras consequências e até vir a causar-lhe problemas emocionais.

domingo, 6 de setembro de 2015

Crítica: Welcome to Me . 2014


Kristen Wiig é uma das actrizes de comédia que mais gosto ver trabalhar hoje em dia, com a particularidade de saber escolher na sua maioria os filmes em que entra e não ter medo dos indies que por vezes se revelam mais sólidos do que filmes de grande orçamento.

Alice (Kristen Wiig) sofre de Transtorno de Personalidade Limítrofe - Borderline como é mais conhecida a doença, um transtorno mental que torna o doente emocionalmente instável, sofrendo variações de intensidade emocional muito facilmente o que se reflecte nos seus comportamentos diários e relacionamento com os outros - e acabou e ganhar a lotaria. Ela é obcecada com o mundo da televisão e com tanto dinheiro no bolso viu a oportunidade de pagar a um estúdio de tv, para ter o seu próprio talk show intitulado "Welcome to Me". Alice está a viver o seu sonho, considera-se a nova Oprah Winfrey, mas o facto de parado de tomar a medicação não irá ajuda-la nas decisões que toma e atitudes que pratica.