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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Crítica: Cell - Chamada Para a Morte (Cell) . 2016


John Cusack e Samuel L. Jackson encontram-se pela segunda vez no grande ecrã, em mais uma adaptação cinematografia da obra de Stephen King. Depois de 1408 (2007), protagonizam agora Cell, um filme completamente sem noção que tenta abordar vários temas sem concretizar qualquer uma das suas ideias.

Clay Riddle (John Cusack), um artista que acaba de lançar o seu graphic novel, encontra-se no aeroporto, preparado a tentar uma reconciliação com a sua mulher e uma re-aproximação com o seu filho, quando um sinal transmitido a partir da rede de telemóveis, afecta todos aqueles que estavam no momento a falar ao telemóvel, transformando-os de imediato em máquinas assassinas, semelhantes a zombies. Ao conseguir escapar ileso do aeroporto, Clay junta-se a Tom (Samuel L. Jackson) e mais tarde à sua vizinha Alice (Isabelle Fuhrman), também eles resistentes e juntos unem forças para escapar aos mais tarde intitulados de "phoners", agora que o mundo está literalmente à beira da loucura.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Crítica: Love & Mercy . 2014


Entrando dentro da mente brilhante de um génio da música rock/pop americana. Love & Mercy é a grande homenagem a Brian Wilson, um dos membros dos lendários The Beach Boys, principal responsável pelo sucesso musical do grupo, tendo compondo letras e músicas que ainda hoje são consideradas grandes referências no panorama musical.

Em plena a ascensão do grupo, seguimos Paul Dano - interpretando Brian Wilson nos anos 60 - os seus rasgos de genialidade musical, as drogas, os fantasmas da sua infância e juventude, misturados com os ataques de pânico e vozes que ouvia dentro da cabeça. John Cusack - interpretando Brian Wilson nos anos 80 - um homem reprimido a um passado que poderia ter-se transformado num futuro ainda mais brilhante. Aqui diagnosticado com esquizofrenia paranóica, Wilson vivia como prisioneiro do seu ofensivo terapeuta (Paul Giamatti), que tinha o controlo total da sua vida. Mas como se costuma dizer, o amor cura tudo, e seria uma vendedora de carros (Elizabeth Banks) a peça mais importante para salvar Wilson.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Crítica: Grosse Pointe Blank (1997)


Oh eu adorei este! Grosse Pointe Blank é absolutamente maravilhoso! A mistura perfeita de diversão, acção e romance. É muito inteligente e tem uma incrível banda sonora dos anos 80!

Martin Blank é um assassino profissional que já não gosta do seu trabalho. Ele decide voltar para sua cidade natal em Grosse Pointe no Michigan para realizar aquele que será o seu último trabalho, mas também irá para o seu 10º aniversário do termino da Escola Secundária, tradição habitual por todo os Estados Unidos da América. 
Lá, ele tenta encontrar um rumo para a sua vida futura. Ele verá como todos os seus velhos amigos estão e também vai tentar reuniu-se com aquela que era a rapariga dos seus sonhos, a rapariga que ele deixou pendurada na noite do baile, a noite em que ele desapareceu da cidade e nunca mais voltou até agora. A verdade é que ele nunca se esqueceu dela, mas ela vai conseguir perdoá-lo? 
Esta história é definitivamente engraçada, e uma história é sempre algo muito importante num filme, mas um elenco incrível foi capaz de transforma-lo em algo ainda mais interessante e divertido de assistir!





John Cusack e Minnie Driver foram fantásticos e têm muita optima química juntos! Todos os papéis secundários são tão engraçados! Particularmente Joan Cusack, Dan Ackroyd e Alan Arkin.




Se quiserem ter um momento bem passado em frente ao ecrã este é o filme certo para escolher!

Classificação final: 4,5 estrelas em 5.