Classificação final: 3,5/5.
Mostrar mensagens com a etiqueta Liev Schreiber. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Liev Schreiber. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 14 de novembro de 2019
my (re)view: Um Dia de Chuva em Nova Iorque (A Rainy Day in New York) . 2019
Classificação final: 3,5/5.
Etiquetas:
A Rainy Day in New York,
cinema,
comédia,
Elle Fanning,
filme,
Jude Law,
Liev Schreiber,
Selena Gomes,
Timothee Chamalet,
Woody Allen
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
flash review : Chuck . 2017
Chuck, de Philippe Falardeau (2017)
Gosto de um bom filme sobre pugilismo. Este estava na minha mira desde o final do ano passado, mas a falta de divulgação fez com que passasse despercebido. Na verdade, não é só esse o seu problema, porque afinal não passa de uma desilusão. Este é o filme sobre o homem por detrás dos filmes Rocky, a verdadeira inspiração de Sylvester Stallone, mas o pobre argumento e a falta de conteúdo - acontece tudo muito rápido, tão rápido que quase que falta lógica à maior parte dos acontecimentos cujo desenvolvimento é nulo - fazem com que Liev Shreiber não tivesse bom material com que trabalhar, num dos que poderiam ter sido dos grandes filmes da sua carreira. Descuidado e sem se preocupar realmente com os factos, todo o filme segue o mesmo caminho e história do seu protagonista, vive à custa do fenómeno Rocky, quando na realidade seria ele o verdadeiro motivo para tal fenómeno. Fica muito aquém de fazer jus a isso mesmo, não conseguindo demonstrar aquele espírito triunfante que se espera em algo do género. Uma tentativa de cópia de outros grandes filmes que abordam temas semelhantes, nomeadamente do cinema de Scorsese.
Classificação final: ★★½
Trailer: https://youtu.be/5IxoQocAxtM
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Crítica: O Caso Spotlight (Spotlight) . 2015
Há histórias que precisam ser contadas, O Caso Spotlight retrata exactamente o porquê disso. Demonstra não só o poder do jornalismo na sociedade, como revela ser um importante estudo sobre o ser humano e os comportamentos que este adquire quando confrontado com realidades que vão contra as suas crenças. Realizado por Tom McCarthy (que também co-escreveu o argumento), este é sem dúvida um dos melhores filmes de 2015.
Baseado em factos verídicos, esta é a história sobre uma equipa de investigação do jornal Boston Globe denominada de "Spotlight Team", que trouxe à tona casos de pedofilia na igreja, na cidade de Boston e o encobrimento dos mesmos durante anos a fio. Um relato intenso da trajectória e do risco que a equipa de jornalistas correu quando decidiu apurar todos os factos, agindo contra a arquidiocese católica. Liderados por Walter Robinson (Michael Keaton), Mike Rezendes (Mark Ruffalo), Sasha Pfeiffer (Rachel McAdams) e Matt Carroll (Brian d'Arcy James) coordenam forças para investigar o meticuloso caso que lhes vai parar as mãos quando um novo editor, Marty Baron (Liev Schreiber) chega ao jornal.
Etiquetas:
2015,
Brian d'Arcy James,
cinema,
drama,
filme,
História Verídica,
Liev Schreiber,
Mark Ruffalo,
Michael Keaton,
O Caso Spotlight,
Rachel McAdams,
Spotlight,
Tom McCarthy
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Crítica: O Prodígio (Pawn Sacrifice) . 2015
Robert "Bobby" James Fisher (Tobey Maguire) foi um dos maiores prodígios de sempre na história do xadrez, e alguém que poderá ser desconhecido da maior parte de nós, mas com importância significativa num momento decisivo para os EUA. Com a Guerra Fria como tensão principal no enredo, o filme pretende demonstrar a representatividade que Bobby Fisher teve como jogador, derrubando russos um a um no tabuleiro, com o propósito de assumir o lugar de melhor do mundo, pertencente ao russo Boris Spassky (Liev Schreiber). Fenómeno em todo o mundo, herói nos EUA, Fisher era digno de grande reconhecimento e inteligência, mas os seus próprios mistérios eram maiores que tudo, lutando diariamente contra os demónios dentro da sua cabeça.
Aqui é capturada toda a essência dos distúrbios da sua mente, perturbações que nunca o moveram do seu principal objectivo, ser o melhor no mundo do xadrez. Os momentos mais paranóicos são sem dúvida o melhor do filme, onde a edição frenética demonstra a complexidade de sentimentos e ansiedade vividos por Fisher. Falha maioritariamente, quando se trata de relatar o seu passado enquanto criança e adolescente, os problemas com a mãe nunca chegam a ser desenvolvidos com profundidade, assim como existem alguns momentos no filme que se tornam desnecessários.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



