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terça-feira, 30 de abril de 2019

my (re)view: Avengers: Endgame . 2019


Avengers: Endgame, de Joe Russo and Anthony Russo

Onze anos e vinte e dois filmes depois a Marvel chega ao final de um ciclo. Certamente que os filmes deste universo cinematográfico continuarão a render muitos milhões, mas este é para mim também o terminar desta era. Sempre assumi que não era uma fanática por este tipo de filmes, no entanto sempre os acompanhei ao longo de todos estes anos. O bom casting de actores e o entretenimento associado eram o bastante para me fazer continuar a vê-los e quer se queira quer não, gostando mais ou menos, vamos conhecendo as histórias e ficando agarrados as possibilidades do que poderia acontecer a seguir a este ou aquele super-herói mias querido. Por consequência somos obrigados a seguir todos os filmes se não queremos perder o fio à meada. É quase impossível falar sobre este Avengers: Endgame sem revelar muito porque a verdade é que ele mexe com algumas emoções e isso obriga a alguma filtragem no que toca a escapar algum tipo de spoiler. As três horas de filme estão para mim divididas entre muito bom e assim-assim. A primeira hora e meia é do melhor que já se viu em filmes do género. O tom sombrio e o óptimo desenvolvimento de personagens no contexto de um ritmo lento transformam o filme em algo bastante denso, cheio de conteúdo e propósito. À medida que vamos aumentando o ritmo, entram mais personagens e a nostalgia vai sustentando bem o enredo. Adorei o facto do legado humorístico de Taika Waititi (realizador de Thor: Ragnarok) se ter mantido no actual Thor, muitos acharam que o ridicularizou, eu achei um máximo. Quando o conteúdo é em si pesado nada melhor que um toque de humor. Assim que entramos na parte de mais adrenalina da acção todos os problemas comuns nos filmes da Marvel surgem à superfície e isso desaponta um bocadinho. Aparecem os habituais problemas de um filme que contém muitos personagens e daí surgem também as inerentes dificuldades de gestão de tempo para dar espaço a todos. A batalha final poderá ser para alguns o ponto alto deste filme, mas como é recorrente os problemas estão presentes nomeadamente a sua duração e um momento um tanto ou quanto awkward e forçado, fruto dos tempos e da obsessão para demonstração da igualdade de género. Como mulher gosto de um bom momento de girl power, mas esse tem de ter propósito e ser natural coisa que não acontece. Não sei se muitos estarão preparados para o seu desfecho, cuja emotividade puxa para o nosso lado mais sensível, pois na verdade fomos não diria obrigados, mas habituados (os que gostam disto pelo menos) a seguir com carinho alguns personagens. Para mim foi forte. Fiquei triste e dei por mim a reflectir que se calhar até tenho gostado mais disto tudo do que eu pensava... Poderá não ser o grande filme épico de desfecho, mas é sem dúvida alguma uma boa forma de terminar um ciclo.

"I love you 3000".

Classificação: 4 estrelas em 5.

Top Marvel movies: https://boxd.it/2SuBo

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

my (re)view: Venom . 2018


Sem tom bem definido, não conseguimos medir a força de algumas intenções deste esperado stand-alone da Marvel, este com demasiados gaps na história derivado à pobreza do seu argumento e ao desleixo de diálogos. Desde efeitos visuais totalmente ancestrais, má edição de imagem e fraco desenvolvimento de personagens, Venom desperdiça também o excelente elenco, até dá dó. Acho que queria algo mais dark ao invés de cómico, mas já que estaríamos na base da comédia, que fosse menos patético e mais substancial. Talvez tenho sido esta tentativa de transformar Venom em algo semelhante a Deadpool ou Guardians of the Galaxy mas sem que nem um terço do que se passa, consiga chegar aos calcanhares de como a comédia os torna diferentes dentro do universo Marvel. Tom Hardy merecia bem melhor que isto. Felizmente e em grande parte graças a ele dá para tolerar e ainda o conseguimos ver brilhar em algumas cenas em que luta contra os seus novos impulsos. É isso que escapa a Venom, pois contrariando o espírito do anti-herói que lhe dá nome, faltou a coragem de arriscar.

Classificação final: 2 estrelas em 5.

domingo, 27 de maio de 2018

my (re)view: Deadpool 2 . 2018


Holy f*#%$"! sh*t, é impossível não adorar Deadpool! Dentro de um nível completamente diferente de tudo aquilo que já vimos no cinema sobre super heróis, Deadpool é o perfeito anti-herói. Nunca esperei que esta sequela eleva-se a fasquia, mas que pelo menos a mante-se. Foi isso que aconteceu! É completamente impossível ver este filme sem um sorriso patético na cara o tempo todo! Ryan Reynolds é claramente dos melhores castings da história e para além das caras que ficaram conhecidas da primeira grande aparição de Wade Wilson no cinema, juntam-se agora ao grupo Josh Brolin que tem sempre tudo para ser um bom vilão, Zazie Beetz responsável pela elevada dose de girl power e também o jovem Julian Dennison que já tinha brilhado em 2016 num maravilhoso indie de Taika Waititi, The Hunt for the Wilderpeople, que aposto que foi um peso enorme para a escolha deste papel. O que eu mais gosto em Deadpool é que nunca segue regras e aproveita ao máximo as escolhas menos inteligentes a nível de argumento para fazer pouco disso mesmo, tornando o que é banal em algo mais cool e arriscado. Engane-se quem pensar que Deadpool não tem sentimentos, pois desta vez vemos o seu lado mais sentimental e profundo, com uma componente mais sombria e emocional, mas que por sua vez proporciona por isso mesmo momentos ainda mais gloriosos e cheios de acção, ou não fosse o seu realizador, David Leitch também ele responsável por John Wick. Está também bastante presente o conceito de família, união e amizade que não encontrávamos no primeiro filme. É raro quando uma sequela ultrapassa a qualidade do filme original, mas é certo que este não desaponta. Um elenco peculiar, para personagens peculiares, que resulta na perfeição onde Reynolds steals the show com uma perna às costas.

Classificação final: 4 estrelas em 5.

sábado, 28 de abril de 2018

my (re)view: Avengers: Guerra do Infinito (Avengers: Infinity War) . 2018


E eu que estava prontinha para cascar tanto nisto, acabei por sair extremamente surpreendida. A verdade é que não sou propriamente fã destas alianças ao estilo "tudo ao molho e fé em deus", mas parece que desta vez foi diferente. Pensamos que estamos preparados para o que vamos encontrar, mas não. Tanto o primeiro Avengers como Age of Ultron ou Civil War sofriam de coerência entre personagens e momentos, tornando os filmes confusos com uma escrita monótona e sem graça. Acontece que os acontecimentos que aqui nos trazem são muito mais trágicos e leva-nos até um desfecho que para aqueles que como eu, não seguem habitualmente os comic books, surpreende muito, pondo em causa daqui para a frente tudo aquilo que até aqui vimos. Continuo a achar a duração destes filmes desnecessária, pois não precisava de três horas para ficar ou não convencida, mas todos os momentos entre Thor/Guardians of the Galaxy, Stark/Strange ou Thanos/Gamora são grandiosos, já para não falar do humor inerente a todos eles, apesar da carga dramática mais associada à team Captain America. Afinal a aposta mais ambiciosa da Marvel até agora não foi um fiasco como esperava e quer se seja fã ou não, o impacto final está lá. Stand alone's à parte, finalmente estiveram dispostos a correr riscos e por isso mesmo as coisas resultaram melhor.

Classificação final: 4 estrelas em 5.

sábado, 10 de março de 2018

my (re)view: Black Panther . 2018


[Em primeiro lugar, fica aqui a confissão que foi a banda sonora do albúm Black Panther de Kendrick Lamar que me levou mesmo a querer ver este filme.] Black Panther causou curiosidade, aquando da sua aparição em Captain America: Civil War e aqui estamos apenas concentrados em si, perante o seu background, que sim, segue o estilo Marvel habitual (nada de novo nisso) mas onde a qualidade do elenco é o que na realidade sustenta todo o filme, tornando-o tolerável e interessante. Personagens carismáticos, resultam graças às boas performances, mas o filme sofre de problemas de ritmo, com cenas demasiado longas, e outras que até poderiam ter sido mais exploradas. Uma história feita de altos e baixos com alguns buracos no plot, onde o CGI é rei, definitivamente a aposta forte neste tipo de universo como já sabemos, mas que por vezes cai demasiado no típico exagero ao estilo jogo de computador. Os problemas de ritmo são sem dúvida o que podemos destacar de pior e acho cada vez mais que a duração destes filmes Marvel é exagerada. Queria mais Andy Serkis que faz falta em estado "normal" e é de destacar a realização de Ryan Coogler, que surpreende uma vez mais com ideias extremamente bem executadas e cenas impecavelmente ensaiadas. Um dos aspectos mais curiosos não deixa de ser a mensagem a passar, talvez a mais forte e significativa de todos os filmes do universo Marvel, onde a visão politica, moralista, capitalista e de descriminação social, existem e têm tanto poder, como os poderes dos seus super heróis.

Classificação final: 3,5 estrelas em 5.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

my (re)view: Thor: Ragnarok . 2017


Filmes da Marvel já pouco ou nada me entusiasmam, mas quando o nome de Taika Waititi foi metido ao barulho já foi outra conversa. Thor Ragnarok é talvez algo mais dentro da onda de Guardians of the Galaxy, mas com o tipo de humor negro e sarcástico que Waititi gosta de colocar em todos os seus trabalhos. Em Ragnarok todos os personagens têm os seus momentos de glória, a parte visual está super bem executada, assim como as cenas de acção carregadas de humor e música a condizer. Chris Hemsworth teve nas suas mãos um Thor muito mais descontraido do habitual, e a parte cómica do personagem é um ponto a seu favor. Mark Ruffalo tem grande quimica com Hemsworth e tanto Banner como Hulk são usados na história da forma mais brilhante possivel. Ficamos a conhecer o lado mau de Odin e o lado bom de Loki, assim como nos é apresentada duas personagens femininas que são verdadeiras bad ass girls! Jeff Goldblum a ser Jeff Goldblum e isso é simplesmente perfeito. O próprio Taika como gigante de pedra é das coisas mais hilariantes de todo o filme. Ficou a faltar mais Cate Blanchett, que acaba por aparecer muito pouco. Tempo bem divertido e absolutamente bem passado! Ragnarok é tudo aquilo que a Marvel não tem sido nos últimos tempos (à excepção de Logan).

Classificação final: 4 estrelas em 5.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Crítica: Guardiões da Galáxia Vol.2 (Guardians of the Galaxy Vol.2) . 2017


Qual Avengers, qual quê!? Guardiões da Galáxia Vol. 2 é o melhor casting da Marvel! Mais uma vez, somos presenteados com um gang super cool e divertido, onde apesar de faltar uma narrativa fundamentada, se complementa através de personagens cheios de carisma, sequências de acção muito bem coreografadas e um forte lado humorístico que não deixa ninguém indiferente.

Na sequência de abertura passada nos anos 80, vemos Meredith Quill a viver um romance com o ser extraterrestre Ego (Kurt Russell), do qual resultara o nascimento de Peter Quill (Chris Pratt). Trinta e quatro anos depois, passados os eventos para derrubar Ronan the Accuser, voltamos a encontrar Star-Lord, Gamora (Zoe Saldana), Rocket Raccoon (Bradley Cooper), Baby Groot (Vin Diesel) e Drax (Dave Bautista) agora um grupo de renome, numa missão para a líder dos Sovereign (Elizabeth Debicki) em troca da posse de Nebula (Karen Gillan) irmã de Gamora. Quando Rocket decide roubar umas baterias aos Sovereign, estes acusam-nos de traição, retaliando imediatamente contra a nave dos Guardiões. Forçados a aterrar num planeta desconhecido, o grupo de amigos dá de caras com Ego que diz ser pai de Quill. Mas esta aparição inesperada provoca não só vários sentimentos em Quill, mas também no resto da equipa que estava longe de imaginar o perigo que estava a correr.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Crítica: Logan . 2017


Praticamente desde o inicio da sua carreira cinematográfica que Hugh Jackman é Wolverine. Vê-lo abandonar esse percurso é extremamente doloroso, sendo esta infelizmente última experiência de Jackman no papel, um dos mais interessantes e complexos personagens de BD de sempre. James Mangold realiza e co-escreve esta viagem com uma grandiosidade emocional quase nunca vista antes num filme do género.

Em 2029, o futuro não é assim tão diferente quanto imaginamos. O mundo continua tal e qual como o conhecemos, à excepção do número de mutantes existentes. Logan aka Wolverine (Hugh Jackman) ganha a vida como motorista no Texas, é agora uma figura muito mais amargurada do que aquela que nos acostumamos e aguenta o dia-a-dia a beber para atenuar a dor dos tormentos do passado. Apesar de viver uma vida bastante discreta, ao lado do seu velho amigo de longa data Charles Xavier (Patrick Stewart), Logan é descoberto por Donald Pierce (Boyd Holbrook) um mercenário caçador de mutantes que procura Laura (Dafne Keen), uma jovem rapariga que partilha de habilidades semelhantes às de Logan, mesmo quando se acreditava que nenhum mutante havia nascido nos últimos vinte e cinco anos.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Crítica: Doutor Estranho (Doctor Strange) . 2016


Pela quarta vez este ano, o universo cinematográfico Marvel invade as salas de cinema, e desta vez com uma abordagem um pouco diferente do habitual. Doutor Estranho tem todo um encanto visual, combinado com as boas performances do elenco de excelência que ajudam a elevar os personagens da história.

O Dr. Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) é um prestigiado neuro-cirurgião que perde capacidades em ambas as mãos depois de um grave acidente de automóvel. Depois dessa infelicidade, Christine Palmer (Rachel McAdams), colega de trabalho apaixonada por Strange, tenta ajuda-lo a mentalizar-se que tem de seguir com a sua vida, mas Strange não aceita os factos e está decidido a fazer de tudo para recuperar as suas mãos. Quando chega aos seus ouvidos que um doente paraplégico conseguiu misteriosamente voltar a andar, procura-o e este fala-lhe da comunidade Kamar-Taj, nos Himalaias. Lá Strange irá encontrar o feiticeiro Mordo (Chiwetel Ejiofor) sob as ordens da poderosa Ancient One (Tilda Swinton), mostrando-lhe outras dimensões e a força do seu poder. Ela não só será a sua mentora, com é a chave para o sucesso da captura de Kaecilius (Mads Mikkelsen), que tem planos para engolir a Terra para dentro de uma dimensão negra.

domingo, 22 de maio de 2016

Crítica: X-Men: Apocalipse (X-Men: Apocalypse) . 2016


Estamos apenas em Maio, e já vamos no quarto filme de super-heróis! Sim, parece que mais que nunca vieram para dominar o cartaz das salas de cinema ao longo do ano (basta olharmos para o calendário dos próximos anos), e garantem entretenimento a todo o tipo de publico. X-Men: Apocalipse é o terceiro lançamento da Marvel em 2016, e infelizmente o mais fraco desses.

Apocalypse (Oscar Isaac) é o primeiro e mais poderoso mutante de todos tempos. Depois de ter estado adormecido durante milhares de anos, procura agora uma nova equipa de poderosos mutantes para o acompanharem na tentativa de dominar o mundo. Esta nas mãos de Professor X (James McAvoy) e de alguns dos seus alunos porem fim aos ataques que poderão por em causa a humanidade, e instalar um regime de medo e revolta para com todos os mutantes do planeta. Com a ajuda de Raven (Jennifer Lawrence), X chegará até Magneto (Michael Fassbender) que depois de ter perdido a família, se prepara para juntar a Apocalypse, traindo mais uma vez a confiança daqueles que acreditam que existe algo de bom em si, e que o bem deve ser praticado sempre, mesmo que tudo indique para o contrário.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Crítica: Capitão América: Guerra Civil ( Captain America: Civil War) . 2016


Ora vamos lá falar do filme do momento. Agora que o hype começa a assentar um bocadinho - e consegui não me deixar influenciar por qualquer comentário que tenho visto desde a sua estreia - Capitão América: Guerra Civil não conseguiu provocar em mim o mesmo êxtase que pelos vistos causou em outros. Gosto do universo que a Marvel criou, mas talvez o facto de estar estagnado no mesmo nível de há algum tempo para cá, faça com que seja apenas mais do mesmo. Entretem? Sim. Gostei? Sim. Fiquei surpreendida? Não.

Desta vez, Steve Rogers aka Captain America (Chris Evans) sente-se sensivelmente abalado com o reaparecimento do seu amigo de longa data Bucky Barnes aka Winter Soldier (Sebastian Stan), depois de um novo incidente que envolve os Avengers. Com a pressão política a cair sobre os super-heróis, e a possibilidade de um acordo que passa a supervisionar tudo aquilo que fazem, o grupo acaba por se dividir. Uns ficam do lado de Captain America, procurando continuar um caminho livre apenas com o objectivo de proteger a humanidade, mesmo que tenham que continuar a sacrificar alguns civis, e outros do lado de Tony Stark aka Iron Man (Robert Downey Jr.), disposto a aceitar o acordo, consumidos por remorsos e culpa.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Crítica: Deadpool . 2016



Muito se tem falado de Deadpool e a verdade é que a campanha de marketing tem sido incrível. Por isso mesmo, começou aos poucos a surgir aquela desconfiançazinha de que o resultado final poderia desapontar bastante. A verdade é que o filme é realmente bom, divertido e acima de tudo diferente dos filmes de super-heróis do costume. Tim Miller aventura-se na realização da melhor forma possível, com Reynolds a brilhar por si só.

Nas ruas de Nova Iorque, Wade Wilson (Ryan Reynolds) é um emblemático mercenário, que passa os seus dias a proteger os indefesos que recorrem aos seus serviços. Após mais uma noite de trabalho, conhece a sua alma gémea, a então prostituta Vanessa Carlysle (Morena Baccarin). Passado um ano a viver um romance, Wade descobre que sofre de cancro terminal, e a proposta para um tratamento que promete dar-lhe habilidades de super-herói parece irrecusável. Deixando Vanessa para trás, na esperança de um regresso breve, Wade cai nas mãos de Francis Freeman (Ed Skrein) que o submete a processos extremamente dolorosos, um deles, o que o viria a tornar imortal, deixando-o desfigurado por todo o seu corpo. Decidido a aceitar os seus poderes, Wade quer recuperar o amor, enquanto isso vai mostrando todo um peculiar humor e personalidade, deixando o seu comportamento goofy bem vincado desde o primeiro minuto. Assim que os créditos inicias começam a rolar, sabemos que estamos prestes a assistir à história de um super herói diferente, espalhando todo o seu charme sobre nós.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Crítica: Quarteto Fantástico (Fantastic Four) . 2015


Miles Teller, Kate Mara, Michael B. Jordan e Jamie Bell são as novas caras do reboot do franchising Quarteto Fantástico, realizado por Josh Trank que teve a sua estreia como realizador com Chronicle, em 2011. Depois do sucesso e boa aceitação da crítica, o rápido salto para algo maior poderia ser o caminho mais óbvio, só é pena que o resultado tenha sido um pouco desapontante. Quarteto Fantástico não é um filme extremamente mau, mas revela-se um tanto ou quanto desinteressante.

Reed Richards/Sr. Fantástico (Miles Teller) um prodígio da ciência inventa com o apoio do seu amigo de infância Ben Grimm/Coisa (Jamie Bell), o tele-transporte para um universo alternativo que posteriormente os irá transformar fisicamente, a eles e a mais três amigos Sue Storm/Mulher Invisível (Kate Mara), Johnny Storm/Tocha Humana (Michael B. Jordan) e Victor Von Doom/Dr. Doom (Toby Kebbell), que através de radiações cósmicas, ganham habilidades nunca antes vistas. Como se poderia esperar, um deles acaba por se tornar um perigoso inimigo, e em equipa deverão unir os ser poderes para salvar a Terra das ideias maléficas de Dr. Doom.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Crítica: Homem-Formiga (Ant-Man) . 2015


Homem-Formiga é o mais recente filme do Universo Marvel, sobre as origens do super-herói mais pequeno do mundo! Bastante light e divertido, conjuga algumas mensagens de valor moral e familiar com a acção e entretenimento ao nível que a Marvel já nos têm vindo a habituar.

Depois de ter saído da prisão, Scott Lang (Paul Rudd) quer dar um novo rumo à sua vida, na esperança de poder ser um bom pai para a sua filha, largando de vez o mundo do crime. Scott é um bom homem, mas a forma melhor que encontra para fugir aos problemas nem sempre é a mais correcta. Como é ex-condenado, manter um emprego é complicado, e deixando-se aliciar por um grupo de ex-condenados liderado pelo seu amigo de cela Luis (Michael Peña), começam a planear assaltar a casa do milionário Dr. Hank Pym (Michael Douglas), mas para espanto de Scott a única coisa que encontra no cofre é um fato que tem a capacidade de o conseguir encolher para o tamanho de uma formiga. É então que Scott descobre que foi o escolhido para a importante missão de travar a antiga companhia do Dr. Pym (a Pym's Technologics), na venda da poderosa criação dos Yellowjacket à maléfica organização Hydra, desenvolvido pelo louco Daren Cross (Corey Stoll), o que poderá ter graves consequências para o mundo.

domingo, 3 de maio de 2015

Crítica: Vingadores: A Era de Ultron (Avengers: Age of Ultron) 2015


Blockbusters, venham eles! E nada melhor para começar a "época" do que Vingadores: A Era de Ultron. Os Vingadores estão de volta e mais unidos do que nunca. Nesta nova aventura em conjunto, Ultron é a ameaça a abater, sem grandes surpresas e seguindo aquilo que a Marvel nos tem vindo a habituar, este é mais uma amostra daquilo que eles melhor sabem fazer - entreter.

A química entre todos os actores continuar a ser óptima, transparecendo ainda mais cumplicidade que no primeiro filme. O problema é que algumas das conexões com filmes anteriores parecem não fazer aqui muito sentido - e sem querer fazer spoiler - tanto a nível de alguns aspectos pessoais da vida de cada super-herói como de elementos de outros filmes, que aqui são completamente ignorados. Sabemos que Ultron quer acabar com o mundo e os Vingadores vão impedir isso, mas não entendemos realmente o porque dessas motivações.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Poster & Trailer: The Fantastic Four


Ora aqui está o primeiro poster e teaser trailer para o reboot The Fantastic Four realizado por Josh Trank. Confesso que não sei bem o que esperar do filme, mas este trailer conseguiu suscitar um pouco mais a curiosidade que não tinha antes. Um trailer que mostra que este filme definitivamente seguirá um caminho diferente dos outros dois filmes sobre o quarteto (Fantastic Four de 2004 e Fantastic Four: Rise of the Silver Surfer) seguindo mais uma base Sci-Fi e uma atmosfera mais pesada. 

Interpretando o grupo desdes quatro super-heróis estão Miles Teller, Kate Mara, Michael B. Jordan e Jamie Bell.

O filme tem estreia prevista para Agosto de 2015.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Trailer: Ant-Man


Depois do teaser de Ant-Man (literalmente minúsculo) que a Marvel revelou dia 2 de Janeiro, este é o primeiro trailer do super-herói que consegue diminuir incrívelmente de tamanho.

Paul Rudd interpreta Scott Lang, o "pequeno" Homem-Formiga e Michael Douglas, Dr. Hank Pym o homem responsável pela criação deste super-herói. O filme conta também no elenco com Evangeline Lilly, Bobby Cannavale, Michael Peña, Corey Stoll ou Judy Greer.

Depois de Edgar Wright (Trilogia Cornetto, Scott Pilgrim Contra o Mundo) ter abandonado este projecto depois de alguns desentendimentos com a Marvel, a realização do filme foi entregue a Peyton Reed (Sim!, Separados de Fresco). O entusiasmo e certeza de que Wright seria capaz de fazer algo bastante interessante com esta adaptação de BD, fica agora na dúvida. É esperar para ver.

Tem estreia prevista em Portugal para Julho. 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Ant-Man | Primeiro Teaser


Para aqueles que estavam ansiosamente à espera de um grandioso trailer para Ant-Man, aposto que não acharam muita piada a isto... A Marvel mostrou hoje o primeiro teaser trailer do filme que é, sem dúvida, do tamanho de uma formiga! Em apenas 17 segundos aquilo que vemos são imagens pequenissimas onde nem conseguimos perceber bem o que são. Boa maneira de deixar o público desesperado por mais...

Ant-Man tem estreia prevista para meados de Julho de 2015. Aqui fica o curioso teaser:

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Espreitadela: Calendário de Estreias Marvel / DC Comics

O Calendário de todas as Estreias da Marvel e DC Comics (ainda com algumas incertezas pelo meio) até 2020. Até agora quem leva grande vantagem é a Marvel... Mas vamos ver...