quinta-feira, 19 de março de 2015

Crítica: Cinderela 2015


Todos estão familiarizados com este clássico intemporal da Walt Disney. Cinderela é talvez das mais reconhecidas histórias, contadas e recontadas imensas vezes ao longo do tempo, contando com muitas referências e vários apontamentos em outros filmes.

A frescura, simplicidade e honestidade com que nos é apresentada esta versão live-action de Kenneth Branagh, faz com que tenha um brilho especial. Sem alterações na história original os factos são retratados tal e qual como os conhecemos.
Enquanto se mantem leal a versão de 1950, o filme tem toda uma grande elaboração em termos técnicos o que lhe dá uma nova luminosidade que se adapta ao dias de hoje. Os efeitos visuais, guarda-roupa, cenários e banda sonora contribuem até ao mais pequeno detalhes para esta nova e bela experiência visual.

Lilly James dá um brilho e esplendor perfeitos aquilo que é a personagem Cinderela. Ela foi a escolha certa para demonstrar a pureza e bondade da menina que vivia segundos os principios lhe ensinados pela sua mãe - "Tem coragem, sê bondosa" - e a sua performance faz com que nos conectemos com ela de imeditado. Cate Blanchett está absolutamente grandiosa emanecendo todo um glamour e crueldade bem característico de todas as madrastas dos contos da Disney. Quanto a personagens secundários não há muito a realçar, a não ser que todos fizeram um bom trabalho.

Ao contrário do que temia, a magia de Cinderela não se perdeu, e este é sem dúvida o melhor e o mais fiel live-action que a Disney fez até agora. Apesar de já sabermos para o que vamos em termos de história, mesmo assim consegue surpreender.

Data de Estreia: 19-03-2015


Classificação final: 3,5 estrelas em 5.

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